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Archive for the ‘Ugly Betty’ Category

Na última batalha, a mais disputada de todas, Blair conseguiu superar a malvadeza de Wilhelmina pelo título de mais bitch do mundo das séries. Foram oito votos a favor da Queen B, e apenas quatro para a diretora de arte da revista Mode. Pessoalmente, achei que a Wilhelmina fosse ganhar, mas tenho que concordar que a Blair merece o título.

Essa semana, a disputa muda de foco. Se anteriormente nós visitamos o mundo dos populares e poderosos, agora a gente vai para o completo oposto. Os homens assumem o lugar dessa vez, dando início a disputa dos nerds: Sheldon, de The Big Bang Theory, contra Hiro Nakamura, de Heroes.

Os dois já provaram o motivo de suas “nerdices”. Sheldon vive citando experiências científicas como metáforas do dia a dia, corrige seus amigos, usa roupas com referências à personagens do mundo dos quadrinhos, não perde tempo em esnobar os outros e fazê-los ter certeza de sua inteligência. Já chegou ao cúmulo de aprender mandarim só para poder enfrentar o chef de um restaurante chinês sobre o porquê de sua comida sempre vir errada. Para Sheldon, ser nerd não é só um estilo de vida, é praticamente uma religião.

Hiro também não pode ser deixado para trás. Sua fixação em querer salvar o mundo e as suas freqüentes observações para ver como o seu “eu” dos quadrinhos reage em determinadas situações são a base desse personagem que parece personificar o significado da palavra “nerd”. Além de ter trabalhado no setor de informática na empresa de seu pai, o herói ainda faz referências à séries nerds e seu grito de guerra é citado por 4 entre 5 fãs nerds do mundo das séries.

E então? Quem você acha que deve vencer essa?

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Nesses últimos dias, a tv não parou quieta: praticamente todas as séries da Sony chegaram ao seu final, junto com o reality show da Record, fechando com chave de ouro os seriados do AXN. Mas como eu não vejo CSI, não vou comentar nada. Aliás, depende! Se tiver muitos fãs de CSI que lêem o blog, podem manifestar-se nos comentários, senão é capaz do programa passar em branco por aqui.

Comecemos com o primeiro a chegar nas telinhas, Grey’s Anatomy. Se essa foi uma temporada bastante irregular para o programa (ainda que melhor que a fraca temporada passada), esse final de temporada parece ter sido feito aos moldes dos episódios passados. Duas horas de ótima interação entre os personagens, com ótimas atuações e histórias. Incrível como tudo ocorreu bem e de acordo com o que a série já foi um dia! Tá certo que tivemos um casazilnho piegas, mas pelo menos a história de ambos serviu para criar uma complicação com a triagem (que já estava demorando para ser finalizada, após tantas mortes).

Fazendo um balanço geral dessa temporada posso citar logo de cara o acerto que foi a inclusão da Lexie Grey, uma adorável personagem, e a saída do desgastante Dr. Burke. Dra. Hahn meio que estragou, pois Cristina ficou insuportável por vários episódios seguidos, mas agora que foi beijada pela Dra. Torres deve ter um aproveitamento melhor.

Dois dias depois finalmente pudemos assistir o final do primeiro ano de Ugly Betty. Um episódio que por pouco não era percebido como um season finale. Tivemos a mesma coisa que os capítulos anteriores: Amanda roubando cena, Betty dando bronca no Daniel Meade, Wilhelmina dando uma de bitch… Aliás, vamos abrir um parênteses para esse casamento dela, pois nunca vi algo tão forçado numa série. Só porque ela foi supostamente espancada pela mulher, isso é sinal de divórcio e de que ela é a mulher certa pra ele? Se fosse só o divórcio, seria mais aceitável pelo menos.

Os minutos finais, porém, foram o suficiente pra fazer o episódio valer a pena. Amanda é filha da Fey Sommers? Quer dizer então que ela poderá tomar o poder de toda a Mode? Vai ser ótimo! O ruim foi ver o quase-marido de Hilda ser baleado. Será que morreu? Bons ganchos para o próximo ano.

Dia seguinte nós ficamos sabendo o vencedor da quinta edição de O Aprendiz. Foi um episódio bem fraco, principalmente porque sempre tem um candidato que você torce para que vença, mas no final dessa temporada eu pouco me importava em quem fosse vencer. Henrique já estava com uma imagem muito desgastada após tantos encontros na sala de reunião, enquanto que o Clodoaldo simplesmente não tinha carisma nenhum. Foi a final mais chocha para a temporada mais chocha do reality. O único ponto positivo foi o anúncio do próximo ano, O Aprendiz – Universitário, que teve a melhor idéia ever. Será que se me inscrever, eu entro?

E ontem chegou o final de Lost. Final bombante para uma temporada impecável com apenas um episódio abaixo do nível de aceitável (o do Jack), mas com um outro que entra para o rol de melhores capítulos da série, o do Ben. Como já havia mencionado anteriormente, esse episódio trouxe muitas outras dúvidas (como o que aconteceu ao povo que estava dentro da ilha que sumiu? qual é o negócio entre Sr. Widmore e Sun?), mas deu o nó em vários aspectos da série, como a fuga deles na ilha. Interessante ver como a sinopse da série, luta pela sobrevivência numa ilha misteriosa, foi se modificando e tornando a intrincada história que é hoje. Palmas para J. J. Abrams, Damon Lindelof e sua equipe de roteiristas!

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Na disputa passada, Melinda Gordon de Ghost Whisperer não teve muitos problemas em manter seu status de musa do trash: perdeu unanimamente para Allison Dubois de Medium na categoria “mulheres que falam com mortos”. Foram cinco votos a zero. Parece que a sra. Dubois pode resmungar o suficiente que mesmo assim não conseguirá se tornar tão odiada quanto Melinda.

Essa semana a disputa continua nas mãos entre as mulheres. Por falar em mulheres, não pense que a batalha vai ser tão tranqüila. Quem disse que mulher é um sexo frágil, com certeza não estava pensando em Wilhelmina Slater, de Ugly Betty, e Blair Waldorf, de Gossip Girl.

A primeira faz de tudo para se tornar a editora-chefe da revista Mode, a bíblia dos fashionistas. E não mede esforços para conseguir o que quer, seja aliando-se a uma transexual filha de um dos donos da revista (sem se preocupar em pensar num jeito de se livrar dela, assim que percebeu que não ia conseguir o que queria), manipulou Christina para que levasse um documento à polícia, incriminando Bradford Meade (dono da editora da revista), virou amante do próprio e ainda o manipulou para conseguir o divórcio, tudo isso sem se esquecer do seu look e de suas rivais no mundo da moda, como a italiana Fábia. Wilhelmina não dá ponto sem nó!

Blair também não fica para trás. Para manter o lema da família Waldorf, Blair não aceita ser contrariada: está sempre certa e quer que todos tenham certeza disso. Infernizou a vida de Serena colocando todos contra a loirinha, fofocou que ela visitava uma clínica de reabilitação, fez Jenny quase ser presa pensando que tudo era só uma brincadeira, massacrou a irmã do Dan, fazendo-a perder o respeito do pai, a confiança das amigas, o namorado de fachada, entre muitos outros. Quando quer ser ruim, Blair consegue ser insuportável. E o pior: ela adora isso!

As duas prometem lutar com unhas e dentes (principalmente unhas). Qual delas é a mais bitch para você?

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Como os produtores e roteiristas de Ugly Betty amam o Brasil, hein? Foi aqui que a Wilhelmina foi fazer uma cirurgia na bunda, foi aqui que Daniel disse que ia passar as férias e agora o diretor de criação que vai tentar tirar Alexis do cargo é daqui também. Uma salva de palmas para o seriado americano mais brasileiro no ar!

É interessante ver como os rumos da série tão se formando à caminho do fim dessa temporada. Santos acabou de pedir Hilda em casamento, Betty se conciliou com Daniel, Henry e Christina, Amanda fez “amizade” com o estilista hétero-gay, Sr. Meade deu um passa fora na Wilhelmina, e duvido que ela vai deixar as coisas como estão. Ela pode até tirar Alexis, mas e o Daniel? Acho que ela vai precisar mudar seus planos…

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É incrível como toda série que tem um personagem gay no elenco fixo tenha esse episódio clássico de “você vai fingir que é minha namorada”. Já virou um clichê… Felizmente, o Michael Uri, intérprete do Marc, conseguiu se sair bem no seu episódio com maior destaque. A conversa dele com a mãe que tinha tudo pra ser um chavão, acabou se tornando um dos destaques do capítulo. Só perde para a indignação do Justin pela não indicação de Dreamgirls ao Oscar: “Babel? O que é Babel?”.

Outro destaque que vai ser importante para a narrativa é a desistência do Daniel em ser o Editor Chefe da Mode. Será que ele desistiu por agora, mas vai tentar novamente? É bem provável. Quem promete surpreender mesmo é a Wilhelmina. Tentando seduzir o sr. Meade? Agora a Diretora de Criação deixou bem claro que ela fará o possível pra chegar onde ela quer. A minha única dúvida é se Alexis vai gostar de tê-la como madrasta. Mais problemas vindo aí…

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Uma das coisas que sempre me irritou em Ugly Betty foi a personalidade da protagonista. Ela sempre foi correta demais, certinha demais. Depois desses dois últimos episódios, vimos uma nova faceta dela: a de querer agradar sempre, seja qual for a pessoa, e seja qual for a situação. Nesse caso, foi o de continuar tentando amizade com Henry e Charlie, a namorada dele. Por isso foi mais fácil gostar dela nesses últimos episódios, pois isso demonstra justamente uma falha de caráter dela, de fingir estar bem com as situações, de ser orgulhosa demais para não admitir que se sente mal a respeito disso. E embora ela tenha confessado para ele no final que não poderia continuar com isso, foi legal ver isso acontecer.


Mas o que me diverte mesmo é Amanda. Aliás, é engraçado ver como a personagem não influencia em nada na história, mas ela sempre consegue um espaço nos episódios. O dessa semana ela teve uma tramazinha só para ela: o vestido de borracha. O ápice do episódio foi ela sendo pega no banheiro tentando fazer xixi em pé em cima do vaso. Simplesmente hilário! Quem também está me divertindo muito é Marc e a Wilhelmina. Incrível a química dos dois! Adorei a seqüência em que ela diz não poder usar um vestido porque a Sharon Stone já apareceu usando, quando ele logo diz: “ela tem mais de 40 anos, ninguém notou”. Mas assim que Wilhelmina o fuzila com seu olhar, ele corrige dizendo “mas ela é tão bonita, não é? Incrível como ela envelhece bem”. Só resta a ela devolver o comentário respondendo “não se preocupe demais, Marc, ou seu cabelo vai cair ainda mais”. Um jogo de críticas!


E finalmente acabou o escândalo do assassinato da Fey Sommers. Mas o da família Meade parece estar só começando…

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Resolvi voltar a comentar os episódios de Ugly Betty após fazer algumas pesquisas internas aqui no blog e descobri que, apesar de não ser uma série que comento regularmente, os meus posts sobre a feia são os mais acessados entre os seriados (perdendo apenas para o reality Brazil’s Next Top Model, a título de curiosidade). Na minha última resenha, exatos dez episódios atrás, eu havia alertado que o ruim do programa era o roteirista. Cansei da série e quase deixei de assistir, mas várias pessoas me alertaram para continuar e simplesmente aceitar a série do jeito que é. E não é que esse foi um bom conselho? Já me decidi que não adianta: Ugly Betty é literalmente a versão americana de Betty, a Feia, com direito a novelinha, clima trash e uma aura de guilty pleasure.

Daí em diante passei a enxergar a série sem o meu olhar crítico de antes e mudei de opinião quanto à qualidade da série. Gostei da reviravolta que foi a descoberta do irmão transexual Alexis, a pseudo vilã Wilhelmina me pareceu mais simpática, e Amanda (a única que me fazia gostar do programa) ganhou maior destaque junto com outro personagem revelação, Marc. Veja só, até mesmo a Betty (que me irritava profundamente) parece mais simpática.

No episódio dessa semana, não houve muito além de provar que Alexis não vai seguir em frente com seu plano de tomar a Mode, pelo menos não com Wilhelmina como Diretora-Chefe. Tivemos também Betty confessando o seu amor a Henry (e graças a Deus, Walter foi-se dessa para a melhor para sempre!), com direito a mais um triângulo amoroso. Com tantas participações especiais, Lucy Liu e Jerry O’Connel, e referências pop, como à menção ao vestido de Austin de Project Runway, quem realmente me chamou atenção foi Rebecca Romijin, na cena em que é humilhada pelo personagem de O’Connel. Gostei muito da expressão da atriz. Será que rouba o posto da minha preferida Amanda?

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