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Archive for the ‘Studio 60 on the Sunset Strip’ Category

Demorei mais do que eu previa para anunciar aqui os meus vencedores, mas não contava com algumas coisas que aconteceram (como a preparação para uma viagem de última hora). Mas vamos sem demora:

 

MELHORES DRAMA

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Na categoria Drama, não teve pra ninguém. Lost foi quem mais se destacou. Com os prêmios de Série, Episódio e Ator e Atriz Coadjuvante a série provou que não precisa de boa audiência para apresentar uma boa qualidade. Apesar de ter, no geral, uma terceira temporada inferior às anteriores, a série mostrou a sua enorme capacidade e potencial em determinados episódios, como no season finale “Through the loonking glass”. Por outro lado, o sucesso de audiência Grey’s Anatomy não emplacou outra vitória além de Atriz Convidada para Kate Burton. Espero que a próxima temporada seja melhor que essa, senão o ritmo é aparecer menos.

Enquanto Michael C. Hall fica esperando pela agraciação de alguma premiação por aí fora, aqui ele já pode se parabenizar. A sua excelente atuação em Dexter lhe rendeu o prêmio de Ator. É incrível o que ele faz com um personagem tão bem escrito e denso. Ao contrário do ator, Sally Field já foi premiada pelo seu papel em Brothers & Sisters, mas isso não me faria tirar a vitória dela (e agora que os produtores tão pensando em diminuir seu papel na série, menos ainda). Mesmo se Sally gritar “you love me! You really do!!” ao receber o meu prêmio, ela ainda estará com pontos positivos comigo. A dupla de vilãos de Lost também se junta aos vencedores: Elizabeth e Emerson roubaram toda as atenções neste ano.

Enquanto isso a já finada Studio 60 on the Sunset Strip leva o prêmio de Ator Convidado. Uma pena que a série tenha sido cancelada. Um episódio melhor que o outro, mas os americanos infelizes não deram valor ao que tinham (e nem a própria Warner ao acelerar a transmissão com dois episódios por semana).

 

MELHORES – COMÉDIA

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Na categoria de comédia, resolvi dar uma de Globo de Ouro e acabei pulverizando os vencedores. O que só prova que, ao contrário do que se pensava, as comédias não andam em baixa: muito pelo contrário, elas continuam ótimas (pelo menos as que eu confiro). Basta ver como algumas séries que mal apareceram entre as indicadas, como Old Christine e My Name Is Earl, conseguiram suas vitórias mesmo assim: Atriz e Ator Convidados para Wanda Sykes e Giovanni Ribisi, respectivamente.

Alec Baldwin ganha mais um prêmio pela sua performance em 30 Rock. Uma atuação hilária que não precisa apelar para caras e bocas ou humor pastelão: Baldwin é mais engraçado quando não tenta ser. No episódio “Black Tie”, vencedor de Episódio, o ator consegue se destacar mesmo com um número pequeno de cenas (embora quem realmente tenha se destacado tenha sido o príncipe que sofreu as conseqüências de casamentos consangüíneos). Enquanto isso, Felicity Huffman continua me conquistando em Desperate Housewives. Ano passado ela conheceu sua filha bastarda, foi mantida refém, foi baleada, enfrentou um pedófilo, foi despedida, teve problemas no casamento, descobriu que tinha câncer e viu sua família inteira ser quase morta. Foi um ano muito difícil para a personagem, mas Felicity conseguiu arrasar em qualquer minuto, em qualquer segundo e em qualquer cena que lhe fosse dada na série.

Se há uma série que prima pelo talento do elenco essa é The Office. Uma série em que n-e-n-h-u-m ator atinge uma nota em falso. Todos estão ótimos. Melhor para Rainn Wilson, que simbolicamente representa o elenco todo ao ganhar em Ator Coadjuvante. Claro que o próprio também seus méritos nessa conquista: Dwight é insubstituível no seriado! Quem também é insubstituível é a adorável Kristin Chenoweth, a garçonete de Pushing Daisies. A atriz saiu vencedora na categoria que foi a mais concorrida de todos os prêmios, a de Atriz Coadjuvante (pra mim, todas as indicadas mereciam essa vitória e outras que não foram indicadas também, como Jennifer Esposito, Dana Delany…). A melancolia reprimida, o olhar apaixonado, os gestos impulsivos… É incrível ver como Kristin realmente entende Olive.

O que é incrível mesmo é reparar como todos adoram esta série. Um seriado unânime de crítica que conseguiu conquistar a todos. Pushing Daisies é mais do que uma simples programação de 42 minutos. São 42 minutos para qualquer um ver, imaginar e se apaixonar por um mundo que mistura vida e morte, como quem mistura farinha e ovos.

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Eu quero saber quem foi o espertalhão da Warner que resolveu acelerar a exibição de Studio 60 on the Sunset Strip passando aos domingos!

O programa é a melhor série que está sendo transmitida atualmente e eles ainda botam um episódio inédito no domingo? Domingo? E agora que eu perdi o meu episódio? Como é que fica?

Vou ter que apelar para um megaupload da vida, já que minha placa de som foi pro espaço e só posso ver vídeos nos computadores dos meus amigos que não são amigos do Paul Torrent…

Avisarei Kristin Bell sobre esse carinha que teve essa brilhante idéia e ele há de pagar!

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Neste exato momento estão reprisando o episódio The West Coast Delay de Studio 60 on the Sunset Strip. Agora me digam, se a Warner planeja correr com a transmissão da série, exibindo dois episódios por semana, porque estão reprisando a série?

Mais um para a série, “as maravilhas dos canais a cabo”…

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Não comentei o episódio passado de Studio 60, porque eu simplesmente dormi durante o programa (embora tenha sido só no finalzinho). Ontem aconteceu a mesma coisa, mas felizmente eu consegui pegar a reprise. Não sei se foi porque achei o episódio fraco ou se o cansaço bateu, mas o capítulo dessa semana foi um pouco fraco, não?

Não que as histórias dos coadjuvantes não tenham sido bem escritas, porque até foram. O problema maior foi com a relevância disso para a série. Quer dizer, será que saber sobre a relação entre um dos escritores e seus pais será realmente fundamental para a série? Afinal de contas, nem sei o nome do indivíduo!

Entretanto, já o episódio da semana passada foi mais interessante. O passado de Harriet dentro e fora do programa, somado a compra do ex-seriado da HBO são elementos que terão maior importância futuramente. O que o episódio pecou mesmo foi na falha de edição: haviam momentos em que uma fala atropelava a outra, enquanto que haviam cenas bastante lentas e silenciosas. Também não estou dizendo que deveria ser totalmente “quieta” ou “rápida”, mas que dividissem melhor esta mistura.

Apesar desses dois últimos episódios terem sido bastante fracos, ainda dou uma chance para a série. Afinal de contas, não se pode acertar sempre…

STUDIO 60 ON THE SUNSET STRIP – Episódios 1#05 “The Long Lead Story” e 1#06 “The Wrap Party” exibidos pela Warner

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Parece que os americanos não deram valor a Studio 60, mesmo. A cada episódio a série só melhora! O dessa semana, por exemplo, conseguiu lidar com um tema (o plágio) de maneira tão original que me surpreendi. Digo, já sabia que diversos estados do país possuem fuso-horário diferente, mas nunca me atentei ao fato de que a programação acaba se atrasando em alguns lugares (o que foi, justamente, o mote desse episódio).

Foi hilário ver os produtores e toda a equipe técnica descobrindo com o decorrer da transmissão que a piada plagiada era de outra autoria, para só depois perceberem que a piada realmente era do programa. Nunca a expressão “quem sabe faz ao vivo” caiu tão bem!

O que me entristece é saber que a Warner vai começar a correr com exibição da série a partir de setembro. Isto é, a emissora vai passar um episódio às 20h e outro às 21h. E como é que fica o ANTM? Com tanto dia vago por aí, tinha que lotar logo as quartas-feiras?

STUDIO 60 ON THE SUNSET STRIP – Episódio 1#04 “The West Coast Delay” exibido pela Warner

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Após um grande piloto, Studio 60 on the Sunset Strip apresentou outro grande episódio. Amanda Peet e Matthew Perry ainda não me convencem (principalmente com aquela cena em que ela diz estar “chapada” e ele faz aquela piadinha de agir civilizadamente), mas até que dá para aguentar. Quem piorou, por outro lado, foi o Bradley Whitford que pareceu assumir uma postura muito mais severa e rígida que tinha apresentado antes. Não me venha dizer que é porque é necessário ter mão de ferro para controlar os funcionários do programa, porque ele agia dessa mesma forma quando estava com o personagem do Perry.

Entretanto, o musical de abertura do programa ficou ótimo. E me surpreendeu ainda mais eles fazerem uma oração antes do programa começar, já que isso mostra que eles são católicos, mesmo tendo escrito aquela esquete “Cristãos malucos”. Só gostaria que Steven Weber aparecesse mais. Uma pena que um ator tão bom se resuma a pequenas e breve aparições.

STUDIO 60 ON THE SUNSET STRIP – Episódio 1#02 “The Cold Open” exibido pela Warner

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Eu já tinha ouvido muito bem a respeito do Studio 60 on the Sunset Strip, mas nunca tive vontade de ver o programa. Nunca tive um motivo ao certo. Talvez fosse o fato de achar que os bastidores de um programa de comédia não daria um bom drama, ou até mesmo o fato de ter sido cancelado (e ainda dizem que a Warner não tem maldição nenhuma). Por isso eu posso dizer que, assim que assisti o episódio piloto, eu fiquei muito surpreso com o cancelamento da série. Afinal de contas, a série é ótima!

O programa já começou em alto nível com o discurso engajado do antigo diretor do fictício show a lá Saturday Night Live (e com uma participação mais do que especial da querida Felicity Huffman). O momento em que o diretor começa a criticar a hipocrisia da sociedade atual é impactante e real. Fazia tempo que eu não via um monólogo tão arrebatador quanto este. Os roteiristas da série realmente merecem elogios.

O elenco não foi tão bom, mas como é o primeiro episódio dá para revelar (principalmente Matthew Perry, que continua com seus tiques e improvisos do Chandler). Amanda Peet também não conseguiu encontrar sua personagem, mas a atriz é boa e não deve demorar a encontrar o seu ritmo. Steven Weber (da extinta e arcaica Wings) e Bradley Whitford, entretanto, são o grande destaque.

É claro, porém, que se trata apenas do primeiro episódio. Ainda temos 21 capítulos pela frente para nos surpreender. Agora fica aqui uma pergunta: o que esses americanos tem na cabeça pra não gostarem da série?

STUDIO 60 ON THE SUNSET STRIP – Episódio 1#01 “Pilot” exibido pela Warner

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