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Archive for the ‘Pushing Daisies’ Category

Saudades? Pois é, minha rotina anda muito complicada recentemente, mas pensei em um novo esquema para não deixar mais que o blog fique muito tempo sem atualizações. Agora em vez de dedicar posts individuais pra cada novo episódio de uma série, decidi reformular essa seção que já existia, adaptando-a para comentar semanalmente sobre as séries e realities que estou acompanhando. Essa primeira “leva” tem poucos programas, porque os outros estou tentando recuperar para acompanhar junto com vocês.

THE AMAZING RACE ( S13 E03 “Did You push My Sports Bra Off The Ledge?”)
Aproveito o espaço para comentar todos os episódios exibidos até agora do programa. O reality começou muito bem, com muitas duplas torcíveis, e foi até legal The Amazing Race ter começado sua corrida aqui no Brasil, apesar de terem mostrado só point de mendigos, né? Cada lugar caído que até os participantes ficaram surpresos com a situação das pessoas. Enfim, de cara já temos a dupla Terence e Sarah que são ótimos (mais pela Sarah), o casal bitch da vez, Ken e Lisa (mais pela Lisa), e o casal que provavelmente vai se atracar semana que vem Kelly e Christy e Nick e Starr. Fiquei triste pelas eliminações do casal dos velhinhos e dos geeks, mas pelo menos a dinâmica do jogo ficou boa. Se eliminarem o casal Aja e Ty e/ou Andrew e Dan, TAR ficará ainda melhor.

BRAZIL’S NEXT TOP MODEL (S02 E07)
É incrível o quanto essa temporada está bem superior a passada. Os photshoots melhoraram e muito, os convidados são muito bem escolhidos (Amir Slama, Erika Ikezili, Juliana Jabour, Fernando Torquatto), e os desafios feitos para as modelos são também bem mais adequados. Por enquanto, ele só falha no quesito “Melhor Foto”, porque algumas participantes claramente tiram fotos melhores das que eles escolhem, como a Alinne por exemplo, que parece ter o terreno marcado já para uma não-tão-futura eliminação. No mais, Priscila arrasou nesse ensaio fotográfico, tirando uma das fotos mais bonitas desse ciclo. Se antes já tinha chances de chegar no top 3, agora fica como uma boa chance de vencer. Só a Marianna que já podia ter rodado, e não a Rebeca, né?

DESPERATE HOUSEWIVES (S05 E03 “Kids Ain’t Like Everybody Else”)
Acho que essa nova temporada de Desperate Housewives está parecendo bastante com o início da temporada passada. Episódios que giram ao redor de pequenos detalhes, e que não dão muito desenvolvimento para o mistério do ano. Pelo menos, eles apresentam boas situações e momentos entre os personagens. Esse último com a briga entre Susan e Gaby sobre como seus filhos agem numa briga, e McCluskey e Katherine querendo saber mais sobre o novo vizinho foi muito bom. E o anterior foi ainda melhor com a Lynette entrando sem querer na vida amorosa do filho, Gaby tentando manter o pouco que resta da sua vida social. Parece que o avanço dos 5 anos foi muito bom para a série. Ela deu novos ares, mas manteve o clima geral do programa. Tomara que continue assim!

DIRTY SEXY MONEY (S02 E02 “The Family Lawyer”)
Um bom começo para Dirty Sexy Money. Lucy Liu fez sua nova aparição, mas vamos combinar que foi a entrada mais previsível, né? É incrível como a série é mais novelão do que qualquer outra exibida no prime-time americano (acho que vence até mesmo de Ugly Betty). Eu só não entendi o porquê da gêmea do jeremy ainda não ter aparecido. Será que a atriz ficou ocupada com outros trabalhos? Enfim. Pelo menos os que aparecem fazem um bom trabalho, quer dizer, na medida do possível. Donald Sutherland e Peter Krause estão ótimos, mas sou só eu que acha o Blair Underwood muito canastrão nesse papel? Prefiro ele em In Treatment. E ainda não me conformei com a subutilização de Jill Clayburgh. Ela é boa demais pra ser mantida como decoração da série. Espero que agora com o drama do julgamento dela pelo assassinato do pai do Nick, ela comece a ganhar melhores momentos em cena.

GREY’S ANATOMY (S05 E03 “Here Comes the Flood”)
Depois do impecável episódio anterior, Grey’s voltou com um outro bom episódio, mas dessa vez não tão ótimo assim. Quer dizer, foi ótimo ver o chief admitindo o erro deles pelo ano passado, mas ainda está batendo nessa tecla? Não precisava. Aliás, o que não precisa mesmo é Meredith e suas complicações amorosas com o Derek. Chega! Acabou! Fiquem juntos e parem de analisar as coisas. Até o Derek já não tem mais ânimo pra isso. Pior que isso só mesmo o Alex dando a entender que ainda gosta da Izzie. Pelo.amor.de.Deus. Decida-se! Já não basta o casal protagonista ficar no vai-não-vai…

PUSHING DAISIES (S02 E02 “Circus, Circus”)
Não sei porque, mas tive a impressão de que o sucesso subiu à cabeça dos roteiristas, pois nesses dois primeiros episódios de Pushing Daisies, tudo continuou do mesmo jeito, a fotografia, o texto descrevendo a idade específica de todo mundo, revivendo a infância do Ned, e tudo mais. Mas parece que falta alguma coisa. Não está genuinamente romântico e “amoroso” como na temporada passada. Olive jamais tinha que ter ficado fora da ação do programa, espero que volte logo para o Pie Hole. As tias tem que tem um melhor aproveitamento do que ficar saindo e voltando pra torteria. Aliás, acho que a série precisa de uma mudança. O Ned pode até não achar que um novo começo não é bom, mas vai ser muito positivo pro programa.

SURVIVOR: GABON – EARTH’S LAST EDEN (S17 E05 “This Camp is Cursed”)
Eu até ia dizer que essa temporada está boa e tudo mais, mas não aguento quando uma equipe perde muito, e a dessa temporada foi em 4 de 5 conselho tribal. Negação total! Pelo menos tem alguns participantes bons para se torcer como a campeã olimpíca Krystal, a modelo Sugar, o médico Marcus e alguns outros. Teve uma eliminação que me chocou bastante, a da Jacquie, uma pertencente da aliança de 4 da tribo anterior, e uma que também me surpreendeu (só que pelo fato de não ter acontecido), que foi a do GC, já que esperava por uma eliminação certa da Sugar. Próxima semana bem que podia ganhar a Fang, pois já tá me dando agonia vê-los perder sempre.

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Incentivado pelo Cavalca, resolvi escolher os dez melhores episódios dessa temporada (cinco para comédia e cinco para drama). A partir dos votos de todos os membros da Sociedade dos Blogs de Séries, foram escolhidos os 10 mais votados para esses dois gêneros (clique aqui para conhecer os mais votados de comédia, e aqui para os de drama). Como o consenso não é total, vou deixar aqui as minhas escolhas para essa votação:

Drama
1-Damages (“1×11 – I Hate These People”)
2-Lost (“4×09 – The Shape of Things to Come”)
3-Grey’s Anatomy (“4×14 – Freedom, Parts 1 & 2”)
4-Damages (“1×01 – Pilot”)
5- In Treatment (“1×05 Jake and Amy: Week One”)

Logo de início podemos perceber a inclusão de novas séries, como In Treatment e Damages (ocupando a primeira e quarta posição). Pessoalmente, achei que a série da Glenn Close foi um dos melhores seriados a estrear nessa temporada. Diálogos bem construídos, atuações fantásticas, história envolvente: tudo foi ótimo, do começo ao fim. Principalmente no 11º episódio, em que sabemos mais sobre o passado de Gregory Malina e Ray, além do final mais chocante e surpreendente de um epsódio. Por isso que cupa o primeiro lugar da minha lista. O piloto da série também foi outra ótima surpresa.

Em segundo lugar surge o maravilhoso episódio de Lost centrado no Ben que, aliás, é um dos melhores da série. Primeiro vemos até que ponto vai o sentimento de vingança do ex-líder dos Outros, o seu controle sobre o monstro de fumaça, e a sua capacidade de manipulação ao fazer Sayid trabalhar para ele. Ótimos momentos! Em seguida vem o nostálgico final de temporada de Grey’s Anatomy que fez com que nós lembrássemos o porquê gostamos tanto da série. E finalizando o top 5, tem o episódio com o casal de In Treatment. Esse episódio, apesar de não ser um capítulo surpreendente, simboliza toda a série. A interessante construção de diálogos que se passa somente em um ambiente, sem uso de flashbacks. Muito boa sacada dos produtores. Uma pena que eu só tenha acompanhado mesmo a história do casal de quinta e do doutor de sexta. Verei se consigo conferir os outros dias depois.

Comédia
1-Pushing Daisies (“1×01 – Pie-lette”)
2- It’s Always Sunny in Philadelphia (“3×05 – The Aluminum Monster vs. Fatty Magoo”)
3- Desperate Housewives (“4×15 – Mother Said”)
4- The Office (“4×09 – Dinner Party”)
5- 30 Rock (“2×11 – MILF Island”)

Nos dois primeiros lugares estão as minhas descobertas dessa temporada. Primeiro, Pushing Daisies, a mais adorável série dessa temporada. Tudo muito bem feito, desde a fotografia, até a precisa narração que informa tudo sobre os envolvidos do episódio. Se você ainda não viu (o que é um absurdo) para de ler agora e vá acompanhar as reprises da Warner ou baixar da net. O vice-campeão não foi exatamente uma estréia desse ano, mas foi só agora que percebi a existência da série. It’s Always Sunny in Philadelphia é uma das séries mais engraçadas atualmente, e foi esse episódio que mais me fez rir no ano. Uma pena que o FX tenha arrasado com a série, colocando-a no fim de noite de domingo.

Em terceiro vem a minha querida Desperate Housewives que conseguiu fazer uma temporada regular, sendo a melhor desde a primeira temporada. Nesse episódio, tivemos Lynette sendo presa por causa das mentiras de Kayla, Gabrielle em dúvida sobre o verdadeiro caráter de sua amiga traficante, Bree e Edie se enfrentam pela confusão com Orson, e Susan conhece a mãe de Mike interpretada pela adorável Celia Weston. Em quarto e quinto lugar, surgem séries diferentes mas na mesma situação: programas que apresentaram temporadas inferiores às anteriores, mas os poucos bons episódios foram ótimos. 30 Rock me fez chorar de rir com a luta em desmascarar Liz Lemon, enquanto que The Office trouxe o melhor jantar de todos os tempos. Simplesmente hilário!

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Depois de uma seqüência de ótimos episódios, acho que fiquei um pouco mal acostumado: esse episódio de Pushing Daisies foi apenas mediano. Aliás, se fosse para terminar a série com poucos episódios, ela terminaria muito melhor se esse episódio fosse o primeiro do próximo ano. O crime a ser desvendado não foi nada memorável, o desenvolvimento da reação de Chuck sobre a verdade da morte de seu pai foi fraca, a participação de outros personagens (como Olive e as tias nadadoras) bastante limitada, ganhando espaço apenas nos minutos finais… Tudo isso resultou no capítulo mais fraco da série.

Se houve um personagem coadjuvante que não teve sua participação limitada, este é Emerson Cod. Por meio de “Corpsicles” ficamos descobrindo que o detetive é pai. Mas como não vimos o seu descendente em nenhum episódio, acredito que seja alguém com quem ele não tenha mais contato. Será que a esposa morreu e ele é considerado culpado pela sua morte? Melhor pensar no mais improvável antes…

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Quase final de temporada de Pushing Daisies, mas tive que rever o episódio, pois descobri recentemente que o único episódio que havia perdido dessa temporada foi exatamente o último. Na véspera do último capítulo, a série conseguiu dar um novo fôlego para a sua estrutura, fazendo com que o caso da semana fosse resolvido, como disse Chuck, the old fashioned way. Isto porque Ned acabou sendo preso pelo assassinato do irmão Balsam, um dos donos da nova loja de doces que abriu na vizinhança.

O melhor mesmo, como sempre, é a atuação de Kristin Chenowith, simplesmente perfeita como Olive. Incrível como ela consegue brilhar até em momentos pequenos, como quando ignora o discurso amoroso de Fredo, ou quando chora ao conversar com o confeteiro na cadeia. Kristin consegue sempre roubar a atenção para ela! Espero por uma indicação ao Emmy. Indicação também para Molly Shannon, como atriz convidada. Sempre hilária, até mesmo revivendo cenas de clássicos e suspense, como o hitcockiano “Os Pássaros”. Será que no final de temporada elas conseguem se destacar ainda mais?

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Aqueles que imaginavam que Ned fosse sair imune após ser responsável pela morte Lawrence Schatz na funerária perceberam que estavam errados. Em “The Fun in Funeral” o caso que é investigado é justamente o que eles já tem total conhecimento de quem matou, porque e como. Ao contrário dos episódios anteriores, esse capítulo ficou aquém do esperado. Principalmente a parte em que Ned trava uma luta de espada com um familiar de um antigo cliente da funerária. Pelo menos, a discussão que o episódio tratou sobre Ned ser um assassino ou não foi interessante o suficiente para que essa luta dispensável fosse relevado.

Outro detalhe que gostei bastante foi o começo da amizade entre Olive e as tias de Chuck. Futuramente, elas terão uma maior ligação (assim como o vendedor de remédios homeopáticos). E o descoberta de Olive de que Chuck está viva (ou então não tão morta quanto se imaginava) vai trazer bons momentos para a garçonete. Com certeza ela vai se empenhar ainda mais na disputa pelo confeiteiro, mesmo que ele direcione suas atenções para sua paixão de infância. A propósito, existe cena mais romântica do que quando os dois se beijam por meio de um papel celofane?

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Após um piloto expecional era fácil imaginar que o episódio seguinte fosse um pouco inferior, mas Pushing Daisies resolve surpreender novamente com o capítulo “Dummy”. O episódio não chega a ser melhor que o piloto, mas é certamente tão bom quanto. Por meio dele podemos ver que o clima fantasioso e os crimes atípicos e incomuns terão maior participação na série. Basta ver a seqüência em que a garçonete Olive se sente, literalmente, deslocada no espaço, ou na já antológica cena em que revive Grease, cantando “Hopelessly Devoted To You” junto com o cão Digby e o limpador-de-chão Manuel.

Claro que houve algumas deslizadas, como o empresário que decidiu continuar com a confecção do carro mesmo sabendo que poderia matar seus clientes, mas é fácil de relevar esses problemas principalmente quando se pode ver Ned e Chuck se beijando dentro de sacos ou segurando as mãos por meio de uma luva dentro do carro. A verdade é que Pushing Daisies é mais um romance com personagens envolvidos com o mistério, do que um mistério com dois apaixonados. Mesmo que o protagonista tenha como hobby reviver mortos de volta à vida.. 

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E quando você menos esperava haver vida inteligente entre as novas séries da temporada eis que surge Pushing Daisies. Drama médico? Não. Cotidiano de um advogado? Definitivamente não. Pushing Daisies na verdade é um dos poucos seriados que não precisa se apoiar em fórmulas bem sucedidas para demonstrar toda a sua qualidade. Ele é seriado mais original em tempos. As aventuras de um confeiteiro que traz vida e morte às pessoas com um siples toque é de uma singularidade impressionante. Pode-se ver semelhanças de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, ou até mesmo Peixe Grande, mas a verdade é que Pushing Daisies é único e imperdível.

Desde o narrador que enumera a idade dos seus personagens com incrível precisão até a encantadora garçonete (Kristin Chenoweth, em atuação vencedora de um prêmio aqui do blog), o universo da série é simplesmente adorável. Impossível não se deliciar com a maravilhosa fotografia, com as atuações bem humoradas e com o clima fantasioso. Tudo é rico em detalhes e em elogios. Quem diria que um programa como esse, seria tão lírico e romântico?

Não surpreende que a Warner tenha investido tão forte em suas campanhas publicitárias. Pushing Daisies não é só uma série a ser vista. É uma série que tem que ser vista. Imperdível em todos os sentidos.

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