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Archive for the ‘Lost’ Category

Incentivado pelo Cavalca, resolvi escolher os dez melhores episódios dessa temporada (cinco para comédia e cinco para drama). A partir dos votos de todos os membros da Sociedade dos Blogs de Séries, foram escolhidos os 10 mais votados para esses dois gêneros (clique aqui para conhecer os mais votados de comédia, e aqui para os de drama). Como o consenso não é total, vou deixar aqui as minhas escolhas para essa votação:

Drama
1-Damages (“1×11 – I Hate These People”)
2-Lost (“4×09 – The Shape of Things to Come”)
3-Grey’s Anatomy (“4×14 – Freedom, Parts 1 & 2”)
4-Damages (“1×01 – Pilot”)
5- In Treatment (“1×05 Jake and Amy: Week One”)

Logo de início podemos perceber a inclusão de novas séries, como In Treatment e Damages (ocupando a primeira e quarta posição). Pessoalmente, achei que a série da Glenn Close foi um dos melhores seriados a estrear nessa temporada. Diálogos bem construídos, atuações fantásticas, história envolvente: tudo foi ótimo, do começo ao fim. Principalmente no 11º episódio, em que sabemos mais sobre o passado de Gregory Malina e Ray, além do final mais chocante e surpreendente de um epsódio. Por isso que cupa o primeiro lugar da minha lista. O piloto da série também foi outra ótima surpresa.

Em segundo lugar surge o maravilhoso episódio de Lost centrado no Ben que, aliás, é um dos melhores da série. Primeiro vemos até que ponto vai o sentimento de vingança do ex-líder dos Outros, o seu controle sobre o monstro de fumaça, e a sua capacidade de manipulação ao fazer Sayid trabalhar para ele. Ótimos momentos! Em seguida vem o nostálgico final de temporada de Grey’s Anatomy que fez com que nós lembrássemos o porquê gostamos tanto da série. E finalizando o top 5, tem o episódio com o casal de In Treatment. Esse episódio, apesar de não ser um capítulo surpreendente, simboliza toda a série. A interessante construção de diálogos que se passa somente em um ambiente, sem uso de flashbacks. Muito boa sacada dos produtores. Uma pena que eu só tenha acompanhado mesmo a história do casal de quinta e do doutor de sexta. Verei se consigo conferir os outros dias depois.

Comédia
1-Pushing Daisies (“1×01 – Pie-lette”)
2- It’s Always Sunny in Philadelphia (“3×05 – The Aluminum Monster vs. Fatty Magoo”)
3- Desperate Housewives (“4×15 – Mother Said”)
4- The Office (“4×09 – Dinner Party”)
5- 30 Rock (“2×11 – MILF Island”)

Nos dois primeiros lugares estão as minhas descobertas dessa temporada. Primeiro, Pushing Daisies, a mais adorável série dessa temporada. Tudo muito bem feito, desde a fotografia, até a precisa narração que informa tudo sobre os envolvidos do episódio. Se você ainda não viu (o que é um absurdo) para de ler agora e vá acompanhar as reprises da Warner ou baixar da net. O vice-campeão não foi exatamente uma estréia desse ano, mas foi só agora que percebi a existência da série. It’s Always Sunny in Philadelphia é uma das séries mais engraçadas atualmente, e foi esse episódio que mais me fez rir no ano. Uma pena que o FX tenha arrasado com a série, colocando-a no fim de noite de domingo.

Em terceiro vem a minha querida Desperate Housewives que conseguiu fazer uma temporada regular, sendo a melhor desde a primeira temporada. Nesse episódio, tivemos Lynette sendo presa por causa das mentiras de Kayla, Gabrielle em dúvida sobre o verdadeiro caráter de sua amiga traficante, Bree e Edie se enfrentam pela confusão com Orson, e Susan conhece a mãe de Mike interpretada pela adorável Celia Weston. Em quarto e quinto lugar, surgem séries diferentes mas na mesma situação: programas que apresentaram temporadas inferiores às anteriores, mas os poucos bons episódios foram ótimos. 30 Rock me fez chorar de rir com a luta em desmascarar Liz Lemon, enquanto que The Office trouxe o melhor jantar de todos os tempos. Simplesmente hilário!

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Nesses últimos dias, a tv não parou quieta: praticamente todas as séries da Sony chegaram ao seu final, junto com o reality show da Record, fechando com chave de ouro os seriados do AXN. Mas como eu não vejo CSI, não vou comentar nada. Aliás, depende! Se tiver muitos fãs de CSI que lêem o blog, podem manifestar-se nos comentários, senão é capaz do programa passar em branco por aqui.

Comecemos com o primeiro a chegar nas telinhas, Grey’s Anatomy. Se essa foi uma temporada bastante irregular para o programa (ainda que melhor que a fraca temporada passada), esse final de temporada parece ter sido feito aos moldes dos episódios passados. Duas horas de ótima interação entre os personagens, com ótimas atuações e histórias. Incrível como tudo ocorreu bem e de acordo com o que a série já foi um dia! Tá certo que tivemos um casazilnho piegas, mas pelo menos a história de ambos serviu para criar uma complicação com a triagem (que já estava demorando para ser finalizada, após tantas mortes).

Fazendo um balanço geral dessa temporada posso citar logo de cara o acerto que foi a inclusão da Lexie Grey, uma adorável personagem, e a saída do desgastante Dr. Burke. Dra. Hahn meio que estragou, pois Cristina ficou insuportável por vários episódios seguidos, mas agora que foi beijada pela Dra. Torres deve ter um aproveitamento melhor.

Dois dias depois finalmente pudemos assistir o final do primeiro ano de Ugly Betty. Um episódio que por pouco não era percebido como um season finale. Tivemos a mesma coisa que os capítulos anteriores: Amanda roubando cena, Betty dando bronca no Daniel Meade, Wilhelmina dando uma de bitch… Aliás, vamos abrir um parênteses para esse casamento dela, pois nunca vi algo tão forçado numa série. Só porque ela foi supostamente espancada pela mulher, isso é sinal de divórcio e de que ela é a mulher certa pra ele? Se fosse só o divórcio, seria mais aceitável pelo menos.

Os minutos finais, porém, foram o suficiente pra fazer o episódio valer a pena. Amanda é filha da Fey Sommers? Quer dizer então que ela poderá tomar o poder de toda a Mode? Vai ser ótimo! O ruim foi ver o quase-marido de Hilda ser baleado. Será que morreu? Bons ganchos para o próximo ano.

Dia seguinte nós ficamos sabendo o vencedor da quinta edição de O Aprendiz. Foi um episódio bem fraco, principalmente porque sempre tem um candidato que você torce para que vença, mas no final dessa temporada eu pouco me importava em quem fosse vencer. Henrique já estava com uma imagem muito desgastada após tantos encontros na sala de reunião, enquanto que o Clodoaldo simplesmente não tinha carisma nenhum. Foi a final mais chocha para a temporada mais chocha do reality. O único ponto positivo foi o anúncio do próximo ano, O Aprendiz – Universitário, que teve a melhor idéia ever. Será que se me inscrever, eu entro?

E ontem chegou o final de Lost. Final bombante para uma temporada impecável com apenas um episódio abaixo do nível de aceitável (o do Jack), mas com um outro que entra para o rol de melhores capítulos da série, o do Ben. Como já havia mencionado anteriormente, esse episódio trouxe muitas outras dúvidas (como o que aconteceu ao povo que estava dentro da ilha que sumiu? qual é o negócio entre Sr. Widmore e Sun?), mas deu o nó em vários aspectos da série, como a fuga deles na ilha. Interessante ver como a sinopse da série, luta pela sobrevivência numa ilha misteriosa, foi se modificando e tornando a intrincada história que é hoje. Palmas para J. J. Abrams, Damon Lindelof e sua equipe de roteiristas!

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Oh My God…

Só ontem à noite que consegui assistir ao final de temporada de Lost. Os comentários eu devo guardar para quando chegar no AXN (segunda, dia 02 de junho, chega o inédito “The Shape of Things to Come”, ok?). Mas o que vocês acharam? Eu adorei. Principalmente os minutos finais… Jeremy Bentham, hein?

Alguns reclamaram das outras dúvidas e mistérios que esse season finale trouxe, mas todo season finale de Lost que se preze tem que trazer mais dúvidas, não?

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Após o ótimo episódio da semana anterior, o último episódio de Lost, “Something Nice Back Home”, é apenas mediano. É de se estranhar que o primeiro capítulo centrado no protagonista da série consiga ser tão fraco e insosso como esse. Pessoalmente, eu até gosto quando ficamos sabendo mais sobre os personagens do que sobre os mistérios da ilha (por isso que gosto tanto de Eggtown e nem tanto de The Constant), mas esse capítulo foi insosso demais. O que acontece no futuro é a aproximação de Kate e Jack como um casal, e o que acontece na ilha é Jack fazendo uma cirurgia no seu apêndice. E só! Claro que também vimos Jin revelando que Charlotte fala a mesma língua que ele (aos fãs: é mandarim, certo?), mas nada muito revelador.

Apenas outros dois rápidos momentos que parecem revelar mais sobre o futuro da narrativa: o fato de Kate ter revelado ter feito algo para Sawyer, o que pode significar que ele também saiu da ilha (mas sem o alarde da Oceanic 6) ou que ficou lá, mas ainda consegue manter um contato com os sobreviventes. O outro assunto que promete render é a reaparição do pai do Jack e da Claire para a jovem australiana. O que prova e confirma que não era só um delírio do Jack quando ele o via na praia. Mas o que será que aconteceu com ela? Ela bem que poderia ter um flashback nesta temporada. Geralmente os flashback dela são os melhores (com a exceção do fraco “Par Avion”)

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Eu até estava disposto para assistir Lost no AXN, mas como o canal só retornará a exibir episódios inéditos dia 19 de maio (somado ao meu computador que recebeu um senhor “upgrade”) mudei de idéia. E ainda bem que mudei, pois esse episódio foi nada menos do que ótimo! É assim que se faz um grande capítulo! Não sei o que comento primeiro, o assassinato da Alex, a conversa entre Ben e Charles Widmore, a incrível cena do monstro de fumaça matando todos ou a magnífica atuação de Michael Emmerson como Ben.


Que ator, que interpretação! Michael nunca vacilou em toda a sua composição. Desde a sua surpresa misturada com arrependimento ao descobrir que “mudaram as regras” quando viu sua filha ser morta, passando pela expressão de satisfação após mentir para Sayid no flashforward, ou a sua voz com um forte timbre de convicção quando jura vingança a Widmore.


Inclusive, é muito interessante observar como os personagens evoluem através do tempo. Veja como o caráter de Sawyer se alterou quando insiste em tentar salvar Claire antes do tiroteio ou quando se recusa em permitir que Hurley siga com os neuróticos Locke e Ben. Do outro lado, temos um Jack cada vez mais preso nessa sua determinação em sair da ilha custe o que custar, prejudicando-o psico e fisicamente (acho que foi a partir desse episódio que ele começou a se drogar, não?).


Com o avanço dos episódios, as revelações vão sendo feitas aos poucos e agora sabemos que, definitivamente, Ben controla o monstro de fumaça e que Widmore é dono da ilha (e é bem provável que realmente tenha sido responsável pela farsa do avião, para que a mídia e a sociedade não descubra nada sobre esse lugar misterioso). Também descobrimos que a habilidade de viajar no tempo não deve ser exclusiva de Desmond, pois ver Ben perguntando a uma recepcionista em que ano estava é pista de que ele também tenha o dom do Brotha (e vê-lo deitado no deserto do Saara sem nenhuma pegada por perto também ajuda). 


Uma pena que essa temporada vá ter só mais alguns poucos episódios…

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Finalmente nós descobrimos o que aconteceu com Michael após sua fuga da ilha. Aliás, graças a esse episódio descobrimos muito mais sobre a série do que o paradeiro do pai desesperado. Além de desvendarmos quem era o personagem gay que foi noticiado na temporada passada (Bakunin), foi revelado o autor por trás da farsa do avião falso, da onde vieram os 324 cadáveres… Resta saber se o Outro estava falando a verdade. Será mesmo que o pai de Penélope teve essa preocupação toda? E com que finalidade? Só para eliminar Desmond do mapa? Ainda falta muito a ser explicado, mas pelo menos as coisas já tão se adiantando.

O passado de Michael também me pareceu bastante crível dentro da proposta da série. A influência que a ilha exerce sobre as pessoas mesmo que elas não a habitem é algo que muito provavelmente a série não explicará, mas alguém realmente se incomoda com isso? Me incomodou mais a atuação de Harold Perrineau, um pouco aquém do esperado. O fato dele simplesmente ter falado na maior simplicidade sobre o que aconteceu a ele para o Sayid e Desmond também me irritou (será mesmo que ele não esperava uma reação de vingança do árabe após a sua traição?), mas acredito que o capitão do navio já saiba sobre a missão do Michael. Ou será que não?

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Ai meu céus…

Ontem dormi cedo demais (assistindo Two and a Half Men na warner, para ter uma noção do quão cedo foi) e hoje não pude assistir as reprises de Lost e Grey’s Anatomy. Vou ter que ver domingo, o dia oficial das reprises.

Me digam, foi bom?

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