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Archive for the ‘Brothers and Sisters’ Category

Daí que o Universal Channel resolveu salvar a pátria e vai reprisar toda a primeira temporada de Brothers and Sisters! Para aqueles que, assim como eu, perderam váaaarios episódios dessa série maravilhosa, basta reservar um espaço do seu domingo às 20h.

Muito melhor do que Fantástico, né? Vamos combinar…

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Sally Field, a atriz mais querida desse blog, arranjou um tempinho na sua agenda pra passar uma mensagem muito importante a todas as leitoras do blog:

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Feliz Dia Internacional da Mulher!

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Demorei mais do que eu previa para anunciar aqui os meus vencedores, mas não contava com algumas coisas que aconteceram (como a preparação para uma viagem de última hora). Mas vamos sem demora:

 

MELHORES DRAMA

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Na categoria Drama, não teve pra ninguém. Lost foi quem mais se destacou. Com os prêmios de Série, Episódio e Ator e Atriz Coadjuvante a série provou que não precisa de boa audiência para apresentar uma boa qualidade. Apesar de ter, no geral, uma terceira temporada inferior às anteriores, a série mostrou a sua enorme capacidade e potencial em determinados episódios, como no season finale “Through the loonking glass”. Por outro lado, o sucesso de audiência Grey’s Anatomy não emplacou outra vitória além de Atriz Convidada para Kate Burton. Espero que a próxima temporada seja melhor que essa, senão o ritmo é aparecer menos.

Enquanto Michael C. Hall fica esperando pela agraciação de alguma premiação por aí fora, aqui ele já pode se parabenizar. A sua excelente atuação em Dexter lhe rendeu o prêmio de Ator. É incrível o que ele faz com um personagem tão bem escrito e denso. Ao contrário do ator, Sally Field já foi premiada pelo seu papel em Brothers & Sisters, mas isso não me faria tirar a vitória dela (e agora que os produtores tão pensando em diminuir seu papel na série, menos ainda). Mesmo se Sally gritar “you love me! You really do!!” ao receber o meu prêmio, ela ainda estará com pontos positivos comigo. A dupla de vilãos de Lost também se junta aos vencedores: Elizabeth e Emerson roubaram toda as atenções neste ano.

Enquanto isso a já finada Studio 60 on the Sunset Strip leva o prêmio de Ator Convidado. Uma pena que a série tenha sido cancelada. Um episódio melhor que o outro, mas os americanos infelizes não deram valor ao que tinham (e nem a própria Warner ao acelerar a transmissão com dois episódios por semana).

 

MELHORES – COMÉDIA

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Na categoria de comédia, resolvi dar uma de Globo de Ouro e acabei pulverizando os vencedores. O que só prova que, ao contrário do que se pensava, as comédias não andam em baixa: muito pelo contrário, elas continuam ótimas (pelo menos as que eu confiro). Basta ver como algumas séries que mal apareceram entre as indicadas, como Old Christine e My Name Is Earl, conseguiram suas vitórias mesmo assim: Atriz e Ator Convidados para Wanda Sykes e Giovanni Ribisi, respectivamente.

Alec Baldwin ganha mais um prêmio pela sua performance em 30 Rock. Uma atuação hilária que não precisa apelar para caras e bocas ou humor pastelão: Baldwin é mais engraçado quando não tenta ser. No episódio “Black Tie”, vencedor de Episódio, o ator consegue se destacar mesmo com um número pequeno de cenas (embora quem realmente tenha se destacado tenha sido o príncipe que sofreu as conseqüências de casamentos consangüíneos). Enquanto isso, Felicity Huffman continua me conquistando em Desperate Housewives. Ano passado ela conheceu sua filha bastarda, foi mantida refém, foi baleada, enfrentou um pedófilo, foi despedida, teve problemas no casamento, descobriu que tinha câncer e viu sua família inteira ser quase morta. Foi um ano muito difícil para a personagem, mas Felicity conseguiu arrasar em qualquer minuto, em qualquer segundo e em qualquer cena que lhe fosse dada na série.

Se há uma série que prima pelo talento do elenco essa é The Office. Uma série em que n-e-n-h-u-m ator atinge uma nota em falso. Todos estão ótimos. Melhor para Rainn Wilson, que simbolicamente representa o elenco todo ao ganhar em Ator Coadjuvante. Claro que o próprio também seus méritos nessa conquista: Dwight é insubstituível no seriado! Quem também é insubstituível é a adorável Kristin Chenoweth, a garçonete de Pushing Daisies. A atriz saiu vencedora na categoria que foi a mais concorrida de todos os prêmios, a de Atriz Coadjuvante (pra mim, todas as indicadas mereciam essa vitória e outras que não foram indicadas também, como Jennifer Esposito, Dana Delany…). A melancolia reprimida, o olhar apaixonado, os gestos impulsivos… É incrível ver como Kristin realmente entende Olive.

O que é incrível mesmo é reparar como todos adoram esta série. Um seriado unânime de crítica que conseguiu conquistar a todos. Pushing Daisies é mais do que uma simples programação de 42 minutos. São 42 minutos para qualquer um ver, imaginar e se apaixonar por um mundo que mistura vida e morte, como quem mistura farinha e ovos.

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Como a Sony acabou entrando em férias também ao decidir transmitir apenas reprises de Ugly Betty, Samantha Who e 30 Rock. Acabei perdendo os últimos episódios de Brothers & Sisters. Mas não pensem que só por causa disso eu abandonei a sério. Na verdade, o que me choca mais é saber que a série poderá ser um novo drama teen.

Eis que começamos o ano com o pé esquerdo…

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Quando esse episódio começou, achei que seria mais um episódio de Brothers and Sisters. Não que seja um problema, já que um episódio fraco da série é acima da média (isso se excluirmos os primeiros episódios), mas sempre fica aquela sensação de que pouco ocorreu nos quarenta e dois minutos de duração. No capítulo dessa semana aconteceu o mesmo, mas tudo foi tão bem trabalhado, tão bem escrito que embora pudesse ser descartado, tudo se encaixou muito bem.

Desde a reunião da família na clínica de reabilitação do Justin (senti falta de uma crítica à Lindsay Lohan, Britney Spears e Amy Winehouse, mas tudo bem) até a disputa entre Nora e Holly, tudo funcionou. Ri muito com a mãe da família se fazendo de trabalhadora na Ojai Foods e depois discutindo com Tommy na clínica. Não é à toa que Sally Field ganhou o Emmy. Vitória merecida! Até mesmo, a narração final (um detalhe que eu sempre implico com a série)  com Nora falando sobre a sua família para Justin me fez soltar uma singela lágrima. Parecia uma mãe de verdade, principalmente na última frase: “We all miss you my sweet boy. You’re my light. Please come home as soon as you can. Life is so much less without you.

Também tivemos uma discussão entre Sarah e Joe sobre Gabe esconder vodka na mochila. Achei que ela teve uma reação um pouco exagerada: tá certo que ele pegou a bebida escondida, mas achar que isso é um princípio do alcoolismo é um pouco demais. Kevin e Kitty também tiveram sua parcela de briga ao discutir sobre o trabalho dela para o político que vetou um projeto a favor do casamento gay. Também achei que o irmão se exaltou (vai impedir a única chance dela realmente agir em vez de só falar, como Justin disse?) , mas no final eles se desculparam.

 Aliás, ver Kitty e o político juntos me faz sentir um revival de Ally McBeal. Será que vão ficar juntos?

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Agora que a série já alcançou uma dezena de episódios exibidos, já dá para perceber o clima e o ritmo da série. E quer saber? Tirando as sempre desnecessárias narrações finais (sempre bregas) a série me conquistou. Os personagens são todos bem feitos e bem atuados. Até mesmo Paige, filha de Sarah, teve seu momento de destaque. Impossível não se emocionar quando a menina questiona a avó se Deus gosta menos dela pois ela não se “curou” da diabetes, mesmo rezando todos os dias. Logo soltei um “awwwww”…

Tá certo que a série tenta ser um pouco “ousada” em evitar previsibilidade (como quando Justin e Kevin ouvem seu pedido de três meses de dispensa ser negado no tribunal). Logo você pensa “nossa, por essa eu não esperava”, mas então surge uma reviravolta (no caso, o coronel decidir dar seis meses de dispensa, mesmo tendo a lei do seu lado) fazendo com que você volte a pensar “é, no fim das contas eu tava certo mesmo”.

Mas quer saber? Eu perdôo esses erros… Afinal de contas, ver a família Walker sempre vale a pena. Principalmente agora que eles vão ter que lidar com a Holly no negócio da família. Problemas à vista!

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Acho que nenhuma série vai me causar sensações tão diferentes como Brothers and Sisters. Vocês já devem estar cansados de me ouvir falando sobre o que achei dos episódios passados e blá-blá-blá, mas no episódio dessa semana ela me fez rir (quando Sarah falando que Kevin é um clichê) e me emocionar (quando Kitty faz um discurso para todos sobre ter posto em risco a sua integridade jornalística e admitindo que a guerra foi e ainda é um erro).

Mas ao mesmo tempo em que ela apresenta cenas tão boas quanto essas, a série consegue ser muito brega: o que foi aquela dança da Sarah dentro do bar dos milicos? Vergonha alheia total! Sem mencionar a narração em off do pai falando sobre os seus erros intercalada com cenas felizes da família. Piegas, piegas, piegas…

Mas esse é o estilo da série. E não importa o que aconteça, eu continuo adorando todos os membros da família Walker.

[percebam que eu já me contaminei com a pieguice da série 😉 ]

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