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Archive for maio \31\UTC 2008

Oh My God…

Só ontem à noite que consegui assistir ao final de temporada de Lost. Os comentários eu devo guardar para quando chegar no AXN (segunda, dia 02 de junho, chega o inédito “The Shape of Things to Come”, ok?). Mas o que vocês acharam? Eu adorei. Principalmente os minutos finais… Jeremy Bentham, hein?

Alguns reclamaram das outras dúvidas e mistérios que esse season finale trouxe, mas todo season finale de Lost que se preze tem que trazer mais dúvidas, não?

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O episódio começou com Justus pedindo aos líderes da tarefa dessa semana para que escolhessem duas novas equipes, que continuariam a se chamar Masters e Foccos. As equipes tiveram suas similaridades: os participantes homens de uma equipe ficaram com as participantes de outro e vice-versa: Henrique e Hugo se juntaram a Adriana, Sandra e Maura, formando a nova Masters, enquanto que Daniel, Clodoaldo e Danilo somaram forças com Paula e Andreia, criando a nova Foccos. Não gosto muito quando fazem essas novas formações, mas era necessário para a Masters (principalmente para a permanência do meu favorito, Henrique, que se tivesse mais uma discussão com as meninas do grupo original, seria demitido).

A tarefa foi um pouco mais simples. Baseava-se em vender e demonstrar o novo produto da Elma Chips e inventar alguns brindes que pudessem ser agregados a ele. Aquele grupo que tivesse o melhor resultado, seria vencedor. No final, a nova Foccos vendeu mais unidade, mas foi a Masters que venceu, por ter tido um melhor resultado financeiro (eles venderam o salgado por quase 20 centavos a mais que a outra equipe). O episódio já estava tão monótono até então, que foi uma surpresa a sala de reunião ter sido tão agressiva. Mas logo com algumas explicações de Justus, já saberíamos o porquê desse posicionamento do apresentador: como eles puderam ter colocado os salgados nos stands daquela forma? Tudo estava jogado, caindo… Ainda ficaram sentados no chão, como a própria Andreia admitiu. Erros muito primários. A participante, além de confessar que deveria ser chamada para retornar à sala de reunião, ainda afirmou que não estava pronta para ser sócia do Justus. O que foi fatal para a sua eliminação.

No fim foi um episódo mediano. O que me chamou a atenção mesmo foi a observação do conselheiro ao dizer que “Daniel Stephens era apático”. Essa colocação abriu meus olhos: essa seleção deve ter sido uma das mais fracas do reality. Não pela capacidade dos concorrentes, mas pela personalidade. A grande maioria dos aprendizes são apagados, Lenny, Daniel, Nicollini, Ricardo, Rodrigo, Maura… E ainda querem tirar o Henrique da competição!

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Quase final de temporada de Pushing Daisies, mas tive que rever o episódio, pois descobri recentemente que o único episódio que havia perdido dessa temporada foi exatamente o último. Na véspera do último capítulo, a série conseguiu dar um novo fôlego para a sua estrutura, fazendo com que o caso da semana fosse resolvido, como disse Chuck, the old fashioned way. Isto porque Ned acabou sendo preso pelo assassinato do irmão Balsam, um dos donos da nova loja de doces que abriu na vizinhança.

O melhor mesmo, como sempre, é a atuação de Kristin Chenowith, simplesmente perfeita como Olive. Incrível como ela consegue brilhar até em momentos pequenos, como quando ignora o discurso amoroso de Fredo, ou quando chora ao conversar com o confeteiro na cadeia. Kristin consegue sempre roubar a atenção para ela! Espero por uma indicação ao Emmy. Indicação também para Molly Shannon, como atriz convidada. Sempre hilária, até mesmo revivendo cenas de clássicos e suspense, como o hitcockiano “Os Pássaros”. Será que no final de temporada elas conseguem se destacar ainda mais?

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Após o ótimo episódio passado, já esperava que esse episódio fosse um pouco mais fraco. Aliás, acho que o me decepcionou mesmo foi o tal mistério da fuga de Serena. Quando ela disse “eu matei alguém”, já esperava por alguma explicação novelesca e bombástica, mas acabou sendo um pouco menos do que eu esperava. Principalmente porque ela não matou o garoto, pelo menos não diretamente. Ou seja, os roteiristas nem tiveram força de tentar “estragar” um pouco o personagem da Serena. Agora você diz, ” Mas Marco, como assim estragar? Ela tinha acabado de transar com o namorado da amiga e ia se drogar”. É. Você está certo. Só que a Serena que a gente conheceu é essa nova, aquela que não comete os mesmos erros de antigamente. Mas talvez eu esteja sendo rígido demais, afinal a série é adaptada de um livro. Vou deixar essa passar!

O que eu não posso deixar passar, entretanto, é o final de temporada que chega a Warner semana que vem. Eu consegui fugir de todos os spoilers, mas no geral todos pareceram se decepcionar com esse último episódio. Os minutos finais, no entanto, dizem que são imperdíveis. Qual será o gancho dessa temporada, afinal de contas?

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Eu já tinha ficado indignado com o Justus semana passada por ter eliminado a Fernanda, a participante que mais torcia no programa. O fato não foi nem ele ter demitido, mas sim a justificativa: liderança democrática? E desde quando isso é necessário para explicar uma demissão? Irritou ainda mais a crítica deles quanto ao fato dela ter deixado o posto de atendimento para ir dirigir o carro. Se uma tava doente, a outra não sabia dirigir e o outro tinha a licença cassada, ela ia fazr o quê? Sentar e falar “te vira, amigo”? Tenho certeza que se ela não tivesse saído de lá, eles também a criticariam. A eliminação mais injusta do programa até agora.

Mas não é sobre esse episódio que vou comentar, e sim sobre esse em que o Ricardo foi finalmente eliminado. Já não era tarde! Todos já tinham percebido que ele não agregava muito ao time e, principalmente, não tinha opinião. E tudo o que a Masters menos precisa é de gente incompetente. O Henrique, meu atual candidato a vencedor, é um dos que mais oferece ajuda na equipe, mas tem um péssimo convívio social com os outros membros do grupo (e se não melhorar isso, será questão de tempo para ir embora).

Aliás, já achei injusta a equipe ter ido para a sala de reunião. Com a exceção do vídeo feito pela Masters que, nas sábias palavras da Patrícia, era de fato brega e forçado, todos os outros materias publicitários feitos pela equipe eram melhor. O teaser, as propagandas impressas, o stand, o merchandising em PDV: tudo seguia uma única visão e era mais padronizado do que a da Foccos, que tinha todo o seu material publicitário diferente (a propaganda impressa seguia uma estética, o stand outra, a propaganda da web outra, e assim por diante). Além da apresentação da Masters também ter sido melhor (só porque o Ricardo não se apresentou como líder da tarefa não implica que a apresentação deles tenha sido pior), a reclamação do Justus foi inacreditável: ele realmente não gostou do fato da mulher ter perdoado o atraso do cara, pelo fato dele ter um sapato limpo? Qual é o problema? A propaganda está agregando um valor ao produto, o fato de que as pessoar vão perdoar seus erros se você usar o produto. Poderia até reclamar do final, que é piegas demais aquele anel e o pedido de casamento que não tinha a ver com o produto, mas reclamar disso? E a outra equipe que mostrou o personagem que não usa o produto (vivenciado pelo Clodoaldo) fazendo uma cara de repreensão após ganhar o produto? Isso é muito pior, pois prova que ele só vai usar, porque ele é um perdedor. Algum consumidor quer realmente ser chamado de perdedor, fracassado?

Essa decisão do Justus só não foi pior, porque o eliminado realmente já deveria ter saído. Vejamos se essa semana a equipe Masters vai perderde novo, ou se eles conseguem se reerguer.

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Depois de muitas semanas de espera, finalmente vimos o primeiro episódio de Grey’s Anatomy pós-greve. Um episódio que, inclusive, tem chances de ser o melhor da temporada. A competição entre os residentes foi bastante interessante e no melhor estilo House. Teve direito até a 80 pontos por mistério médico. O médico rabugento teria vencido logo de cara, não? Imperdível ver os inúmeros exames que Izzie fez torcendo para que seu paciente tivesse um caso mais complicado. Uma pena que eles tenham tentado incluir um momento “eu preciso disso, pois os meus últimos instintos foram um fracasso” para tentar dramatizar um pouco, mas eu vou fingir que nem vi.

O que está difícil de aguentar mesmo é essa nova enfermeira, a Rose. Ela surgiu de lugar nenhum, beijou o McDreamy, depois reclamou que não se falavam mais (o que estranho levando em consideração que eles nem se conheciam há 3 anos) e agora estão juntos. Quando será que a Shonda vai aprender que ninguém aguenta mais esse vai-não-vai da Meredith? Até mesmo a Cristina e sua necessidade de aprovação pela Dra. Hahn empolga mais do que esse triângulo amoroso do protagonista que existe desde a primeira temporada. Ainda bem que a autora já disse que eles acabam essa temporada juntos…

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Lembram quando disse sobre a nova seção? Pois é essa mesmo que você está lendo. Em “Round”, dois personagens irão se enfrentar semanalmente e você escolhe aquele que mais gosta ou aquele que você acha que ganharia a disputa. Essa idéia eu tive há muito tempo, especificamente quando eu ia criar um site sobre desenhos animados (o que explica o logotipo ser um pouco cartunesco), mas só agora decidi revivê-la.

Para iniciar esta semana, decidi começar com dois médicos pesos-pesados. De um lado, o sempre sarcástico e desbocado, Dr Perry Cox, de Scrubs. Do outro, a pequena porém não menos perigosa, Dra. Miranda Bailey, a “nazista” de Grey’s Anatomy. Dr. Cox sai em desvantagem por não poder apelar para os apelidos como Susi, Leila, Barbie, porque… Bem.. Miranda é uma mulher, ao contrário de JD. Mas sua arma de cinismo e piadas irônicas continuam as mesmas. Bailey, por outro lado, tem o título de “Residente Chefe” e toda a sua trupe do Seattle Grace para lutar contra Perry. O apelido de “nazista” não surgiu à toa.

Então, quem você acha que ganha: o ranzina Dr. Cox ou a rígida Dra. Bailey? Deixo para vocês decidirem!

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