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Archive for abril \29\UTC 2008

Uma das coisas que sempre gostei quando assistia um novo programa era ver a sua abertura. Desde a estréia de uma nova série ou o primeiro capítulo de uma novela, sempre fiquei curioso para ver como os produtores escolheram o melhor meio para explicar rapidamente sobre a sua série, expôr o clima dela, que assuntos ela vai abordar, em poucos segundos. Só que ultimamente esses segundos tem diminuido cada vez mais. Já repararam que dos programas que estão no ar, muitos tiveram a sua abertura reduzida? E os novos estão sendo criados com introduções rapidíssimas, na média de quatro segundos.


Mas qual é a razão disso tudo? Não tenho certeza, mas pode ser aquela vontade de não “perder tempo” do programa com a abertura. Sinceramente? Eu pouco me importo em perder 30 segundos da série para ver a abertura. Será que não podem reservar menos de um minuto da série para os créditos iniciais?


 Vejamos Pushing Daisies, cuja introdução é um gramado onde nascem flores contornando o logotipo da série. Em Dirty Sexy Money, uma luz percorre o título do programa com uma paisagem urbana no fundo. Uma lua divide as palavras da série MoonlightGossip Girl é embalado pela narração da Kristen Bell. E isso não é de agora! Ano passado, o eclipse de Heroes fez bastante sucesso, assim como a Tv fora do ar em Jericho, juntamente com a simplérrima abertura de Brothers and Sisters (inclusive, a ABC é a maior assassina de aberturas, já que todos os programas que exibe possui introduções curtíssimas e os que tinham em maior duração, como Grey’s Anatomy e Desperate Housewives, foram alterados).


É claro que essas aberturas reduzidas funcionam em alguns casos e de repente é o melhor jeito de introduzir o espectador para a série (como o misterioso letreiro de Lost que surge de um fundo preto). Mas será que ninguém mais se empolga com carros vigiando cidades, como acontecia com Família Soprano?

E as diversas etapas das análises criminologistas de CSI?



Que tal as fotos da detetive mirim Veronica Mars? Nenhuma série se inspirou com a abertura da menina prodígio?



As tragédias e problemas juvenis de Malcolm também parecem não ter vez na TV atualmente…



Enfim, acho que expliquei o que queria dizer. Esse post acabou virando uma ode às aberturas passadas (embora eu tenha tirado algumas outras que ia citar aqui), mas o que queria deixar bem claro é esse minha raiva contra essa nova decisão que se alastra rapidamente…


Não concorda?

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Enquanto o SBT luta com todas as suas forças para assumir o título de “Canal do Brega” da Tv aberta, a Record surge com uma luz no meio de tanta produção de qualidade duvidosa (Caminhos do Coração está aí para não me deixar mentir).


O título do reality show musical da emissora do Sílvio Santos agora se chamará Astros. Antes do título ser escolhido, uma comissão criada pelo canal escolheu outras sugestões dadas pelos espectadores, como SBT Music, SBT Show, novostalentos e Show de Talentos, que disputou a preferência numa enquete pública. É tanta originalidade junta, não é mesmo? SBT Music? Show de Talentos? Até mesmo a escolha final, Astros, é um sinônimo direto de Ídolos. E depois dizem que a criatividade brasileira é a melhor do mundo.


Continuando no assunto reality, a Record anunciou a estréia da quinta edição do Aprendiz. O melhor reality show da TV (aberta e fechada) começa dia 6 às 23h no lugar da Troca de Família. Os candidatos dessa edição estão fazendo as tarefas desde março. Preparem-se para as tensas e polêmicas salas de reunião! Como dessa vez o prêmio valerá 2 milhões de reais, podemos esperar de tudo dos competidores!

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Eu até estava disposto para assistir Lost no AXN, mas como o canal só retornará a exibir episódios inéditos dia 19 de maio (somado ao meu computador que recebeu um senhor “upgrade”) mudei de idéia. E ainda bem que mudei, pois esse episódio foi nada menos do que ótimo! É assim que se faz um grande capítulo! Não sei o que comento primeiro, o assassinato da Alex, a conversa entre Ben e Charles Widmore, a incrível cena do monstro de fumaça matando todos ou a magnífica atuação de Michael Emmerson como Ben.


Que ator, que interpretação! Michael nunca vacilou em toda a sua composição. Desde a sua surpresa misturada com arrependimento ao descobrir que “mudaram as regras” quando viu sua filha ser morta, passando pela expressão de satisfação após mentir para Sayid no flashforward, ou a sua voz com um forte timbre de convicção quando jura vingança a Widmore.


Inclusive, é muito interessante observar como os personagens evoluem através do tempo. Veja como o caráter de Sawyer se alterou quando insiste em tentar salvar Claire antes do tiroteio ou quando se recusa em permitir que Hurley siga com os neuróticos Locke e Ben. Do outro lado, temos um Jack cada vez mais preso nessa sua determinação em sair da ilha custe o que custar, prejudicando-o psico e fisicamente (acho que foi a partir desse episódio que ele começou a se drogar, não?).


Com o avanço dos episódios, as revelações vão sendo feitas aos poucos e agora sabemos que, definitivamente, Ben controla o monstro de fumaça e que Widmore é dono da ilha (e é bem provável que realmente tenha sido responsável pela farsa do avião, para que a mídia e a sociedade não descubra nada sobre esse lugar misterioso). Também descobrimos que a habilidade de viajar no tempo não deve ser exclusiva de Desmond, pois ver Ben perguntando a uma recepcionista em que ano estava é pista de que ele também tenha o dom do Brotha (e vê-lo deitado no deserto do Saara sem nenhuma pegada por perto também ajuda). 


Uma pena que essa temporada vá ter só mais alguns poucos episódios…

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Como domingo sempre é um dia escasso de notícias (e cheio de reprises), resolvi buscar na minha memória “youtubiana” algum vídeo interessante para compartilhar com vocês. E eis que lembro de uma raridade: a abertura original de Friends. Aliás, o título do programa era outro, Friends Like Us, e acabou encurtado. Lembrei também de já ter lido que os produtores recusaram as cenas em que os amigos se divertiam na fonte em roupas preto e branca . Portanto, essa deve ter sido uma das introduções “alternativas” que o seriado teve. Por já ter me acostumado com o tema “I’ll Be There For You” por nada menos do que 10 anos, achei essa abertura terrível. Mas o que vocês acham?

Para não ficar só nisso, segue outras duas propagandas quando a série ainda nem era um sucesso. As duas são ótimas!

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Aqueles que imaginavam que Ned fosse sair imune após ser responsável pela morte Lawrence Schatz na funerária perceberam que estavam errados. Em “The Fun in Funeral” o caso que é investigado é justamente o que eles já tem total conhecimento de quem matou, porque e como. Ao contrário dos episódios anteriores, esse capítulo ficou aquém do esperado. Principalmente a parte em que Ned trava uma luta de espada com um familiar de um antigo cliente da funerária. Pelo menos, a discussão que o episódio tratou sobre Ned ser um assassino ou não foi interessante o suficiente para que essa luta dispensável fosse relevado.

Outro detalhe que gostei bastante foi o começo da amizade entre Olive e as tias de Chuck. Futuramente, elas terão uma maior ligação (assim como o vendedor de remédios homeopáticos). E o descoberta de Olive de que Chuck está viva (ou então não tão morta quanto se imaginava) vai trazer bons momentos para a garçonete. Com certeza ela vai se empenhar ainda mais na disputa pelo confeiteiro, mesmo que ele direcione suas atenções para sua paixão de infância. A propósito, existe cena mais romântica do que quando os dois se beijam por meio de um papel celofane?

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Em primeiro lugar, fica registrado a minha indignação com a Sony. Semana passada, após a divulgação das chamadas e comerciais sobre o episódio dos destroços do tornado em Wisteria Lane eis que me deparo com a reprise do primeiro episódio dessa temporada. Após algum tempo, recebo um informe avisando que a série só retornaria com episódios inéditos dia 30 desse mês. Para confirmar, eu visito o site oficial e verifico que o episódio dessa semana seria mais uma reprise, mesmo que o canal continuasse exibindo as propagandas do novo capítulo. Entretanto, o episódio exibido ontem foi justamente o inédito, “Welcome to Kanagawa”. Será que ficaremos com mais uma reprise ano que vem, ou teremos uma exibição com poucas semanas de atraso? Resta dependermos da Sony…

Aliás, não sei o porquê do canal ter esperado para transmitir o episódio: além do possível “suspense” em descobrer se a família da Lynette morreu (o que era óbvio que não poderia acontecer), o episódio foi bem mediano. Mas bem mediano mesmo. É aquele tipo de episódio que, se não fossem o talento dos atores, não seria nada além de uma legítima encheção de lingüiça. De realmente interessante, ficamos sabendo que Mike está numa clínica de reabilitação, que Ida Greenberg (a personagem que morreu, além do Victor) foi a responsável por salvar os filhos da Lynette e que Carlos está cego. Como eu duvido que os roteiristas transformem em definitivo uma situação ousada como essa, é bem provável que seja apenas uma cegueira temporária.

Gaby não vai ficar mais rica, mas quem se preocupa com isso, quando se pode ter Gaby sendo pega em flagrante na garagem do falecido contador de Carlos procurando pela papelada da conta desesperadamente? Eva Longoria bem que merecia mais reconhecimento pela sua atuação. Por outro lado, quem merece menos reconhecimento são os roteiristas da série que forçaram a barra um dos piores momentos da série: Dylan ter pego três mínimos pedaços da carta que deveria ter sido queimada por Katherine e ter entendido todo o conteúdo do papel. Apelou, perdeu hein roteiristas?

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Resolvi voltar a comentar os episódios de Ugly Betty após fazer algumas pesquisas internas aqui no blog e descobri que, apesar de não ser uma série que comento regularmente, os meus posts sobre a feia são os mais acessados entre os seriados (perdendo apenas para o reality Brazil’s Next Top Model, a título de curiosidade). Na minha última resenha, exatos dez episódios atrás, eu havia alertado que o ruim do programa era o roteirista. Cansei da série e quase deixei de assistir, mas várias pessoas me alertaram para continuar e simplesmente aceitar a série do jeito que é. E não é que esse foi um bom conselho? Já me decidi que não adianta: Ugly Betty é literalmente a versão americana de Betty, a Feia, com direito a novelinha, clima trash e uma aura de guilty pleasure.

Daí em diante passei a enxergar a série sem o meu olhar crítico de antes e mudei de opinião quanto à qualidade da série. Gostei da reviravolta que foi a descoberta do irmão transexual Alexis, a pseudo vilã Wilhelmina me pareceu mais simpática, e Amanda (a única que me fazia gostar do programa) ganhou maior destaque junto com outro personagem revelação, Marc. Veja só, até mesmo a Betty (que me irritava profundamente) parece mais simpática.

No episódio dessa semana, não houve muito além de provar que Alexis não vai seguir em frente com seu plano de tomar a Mode, pelo menos não com Wilhelmina como Diretora-Chefe. Tivemos também Betty confessando o seu amor a Henry (e graças a Deus, Walter foi-se dessa para a melhor para sempre!), com direito a mais um triângulo amoroso. Com tantas participações especiais, Lucy Liu e Jerry O’Connel, e referências pop, como à menção ao vestido de Austin de Project Runway, quem realmente me chamou atenção foi Rebecca Romijin, na cena em que é humilhada pelo personagem de O’Connel. Gostei muito da expressão da atriz. Será que rouba o posto da minha preferida Amanda?

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