Feeds:
Posts
Comentários

Archive for maio \29\UTC 2007

Episódio 317 – “Some Kind of Miracle”
Esse post contém spoilers, evite se não viu o episódio da semana

Houve tantas promessas de que a resolução desta “trilogia” seria um dos melhores momentos dessa temporada. Muito se falou, mas pouco se viu. Impressionantemente, a pior coisa de Grey’s não foi a conversa sensitiva com Denny e outros pacientes mortos, mas sim um fator já utilizado na série: a dependência dos personagens.

Apesar de achar estranho de início, gostei bastante da conversa de Meredith com Denny. Foi bacana observar que um dos fatores responsáveis pela não-desistência da vida foi o fato de priorizar os amigos (e ver a cara de sastisfação da Meredith quando Cristina lhe agradece por não ter morrido sem contar que iria se casar foi ótimo). Estranho mesmo foi o frequente ataque de sangue da garota do “Into You Like a Train”. O que foi aquilo? Metáfora de alguma coisa, ou só alívio cômico? Não consegui captar.

Mas mais estranho ainda foi ver Miranda e o Chief terem uma reação completamente diferente do comum. Ela, que é geralmente mais impulsiva, calorosa e “mãe”, apresentou uma faceta muito apática para o personagem. Enquanto que Chief, uma pessoa segura, confiante, agiu desesperado demais para o papel. Está certo que é a filha de sua amante, mas ele nunca mostrou ter um carinho tão forte por ela dessa forma. Ficou muito forçado e estranho. Não entendi esse artifício usado por Shonda.

Pelo menos essa agonia acabou e poderemos voltar para o Grey’s que eu conheço. Sem discussões espíritas, sem casos de suspense mal utilizados e, o que é melhor, agora sem Ellis Grey (venhamos e convenhamos, já estava na hora de partir).

Comentário da vez : Estava ansioso por saber qual era daquela menina, se ela era surda, tinha algum problema ou se era só bizarra mesmo. Ela viu a mulher cair na água, não alertou ninguém (foi Derek quem a viu e perguntou por Meredith) e não abriu um “a”. Decepção total!

Anúncios

Read Full Post »

O sonho de ser livre

Episódio 313 – “The Man From Tallahassee”
Esse post contém spoilers, evite se não viu o episódio da semana

Após o mediano episódio da semana passada, Lost nos traz mais um episódio à altura da primeira temporada (vale a pena dizer que o episódio foi tão bem recebido, que ele foi o escolhido para representar a série no Emmy). O conflito fraternal discutido semana passada foi abordado novamente por meio do pai de Locke, Anthony Cooper e finalmente foi explicado o que fez o Locke virar paraplégico.

Terry O’Quinn me surpreendeu bastante. O ator já havia provado que era talentoso, mas parecia ter perdido a mão durante o final da segunda temporada para esta terceira. Porém, basta apenas a seqüência em que Locke senta na cadeira de rodas pela primeira vez: o pânico, o desespero do personagem sobre suas limitações está ali estampado nos seus olhos. Ponto para O’Quinn.

O mesmo não pode ser dito sobre o personagem. Já me questionava sobre suas verdadeiras intenções, agora que ele explodiu o submarino (até então, o único meio de saírem dali) minhas suspeitas foram confirmadas. Não acredito que o caçador não queria sair da ilha exclusivamente pelo motivo dela mantê-lo longe de seu pai. Creio que, para Locke, a idéia de liberdade é uma idealização. Sempre que pensava estar em liberdade algo o acordava às tapas: seja na figura do pai afetivo que procurava apenas por um rim, ou na figura do amigo querido que buscou se relacionar com ele apenas por fins próprios (espião) ou na revelação de que seu pai também é capaz de assassinatos. Utilizando a teoria de Jean Paul Sartre, Locke quer a liberdade, mesmo que tenha de ser condenado a ela, isto é, conquistá-la de uma forma amoral.

E é na ilha que ele busca o refúgio dessa liberdade: livre das pessoas oportunistas, limitações físicas, entre outros. O fato dela curá-lo é um bônus, prova que seu comprometimento para com ela é mais do que uma estadia temporária.

Filosofando um pouco sobre o personagem, mas quando um bom episódio surge assim dá até gosto de escrever!

Comentário da vez: Semana que vem, o primeiro (e último) flashback do Paulo, personagem de Rodrigo Santoro. Não percam!

Read Full Post »

Saiu a lista dos 20 programas mais assistidos da TV a cabo de abril. Algumas surpresas, alguns programas que deveriam estar algumas posições mais acima, outras que deveriam estar mais abaixo, mas a verdade é essa.

Imaginei que a Warner fosse sofrer por causa de sua recente maldição (Smith, The Nine, Justice, The O.C. e Gilmore Girls foram canceladas, a futura Studio 60 on the Sunset Strip também e outras que já saíram da grade de programação). Mas agora vejo que me enganei, já que a é emissora com mais programas na lista.

Fox, no entanto, foi o canal com a pior colocação: só emplacou Nip/Tuck e 24 Horas (em sofríveis 15ª e 18ª colocação, respectivamente). O que não surpreende nem um pouco. Tudo começou com aquele bafafá em relação ao capítulo de estréia da sexta temporada de Jack Bauer. A transmissão foi interrompida por um filme (Alien vs. Predador) e interrompida novamente para dar continuidade à série. Depois, é o completo descaso com o quadro “Não Pertube”, em que a anunciada estréia de American Dad é adiada por duas semanas, resultando no abandono da animação na programação. Uma Família da Pesada, também exibida no mesmo quadro, foi simplesmente interrompida em plena 5ª temporada.

Não bastasse isso tudo, a emissora ainda resolve alterar o intervalo (que nem deveria ter ocorrido) de Prison Break, para iniciar com o primeiro episódio da segunda temporada. Isto é, em vez de lançarem os 9 episódios restantes, a Fox vai reprisar a temporada desde o início. Se ela está tentando levar a alcunha de pior emissora na marra, ela está conseguindo.

Enfim, a lista completa segue abaixo:

Fonte: Poltrona TV

Read Full Post »

Curtindo as maratonas do AXN e Universal? Bom, como já acompanhei todos os episódios de Lost, vou aproveitar para pegar as reprises de alguns episódios de Heroes que perdi. Bom, mas não para isso que estou aqui. Estou aqui para anunciar a música da semana e, aproveitando uma das maratonas de hoje, a escolhida é “Make Your Own Kind of Music” da cantora Mama Cass Elliot.

Essa contagiante música iniciou a segunda temporada de Lost, tornando a apresentação da escotilha numa das cenas mais antológicas da série. O dia-a-dia de Desmond, embalado ao som da música, foi perfeito para contrastar com o clima “selvagem” que a ilha do seriado tem.

Para aqueles que querem relembrar desse surpreendente momento basta ver no vídeo acima e para quem quer saber a letra, basta ir aqui.

Read Full Post »

À procura

Episódio 113 – “Consertando Tudo” (The Fix)
Esse post contém spoilers, evite se não viu o episódio da semana

Parece que esse episódio de Heroes se resumiu a procuras: Hiro e Ando partiram em busca da espada, Niki procurou ser apenas ela mesma, Peter foi atrás de respostas e Claire, de seus pais biológicos e Claude, o homem invisível, desistiu de achar uma vida mais digna.
Um bom episódio para a série que começou terrível, mas foi melhorando com o desenrolar da história. Hiro continua sendo usado como um alívio cômico, mas os roteiristas estão sabendo utilizar melhor seus outros personagens. Peter deixou de ser o “emo” de antes e está mais carismático, Claire deixou de ser insuportável e a disputa entre os egos de Niki está se tornando bastante interessante (e a inclusão da psicóloga á là Oprah deverá trazer bons momentos para a personagem).

Ainda não engoli certos engodos como Mohinder e Simone. Mas quem sabe algum roteirista não dê o fim neles?

Comentário da vez: Alguém mais acha o Sylar idêntico ao vencedor do Top Chef? Parecidíssimos…

Read Full Post »

Tragédia arábica

Dia 6: 12:00 P.M.-1:00 P.M.
Esse post contém spoilers, evite se não viu o episódio da semana

Como eu tinha perdido o episódio da semana passada e vi nesta terça na reprise, me atenho a resenhar apenas o episódio dessa semana. Bastante irregular, diga-se de passagem, intercalando grandes e péssimos momentos. Triste observar que até mesmo grandes séries como 24 Horas, podem cair na comodidade.

Como, por exemplo, a resolução da história de Walid. Como assim a participação dele se resumiu a se infiltrar em um grupo de curiosos? Quer dizer então que toda a trama que o personagem teve até agora foi apenas um recurso para manter o espectador ligado na série? Muito mal resolvido. Tomara que essa situação ainda seja melhor abordada.

Outro momento dispensável é a já manjada “reviravolta”. O pai de Jack surge como a epítome do pai-arrependido, que sempre quis ter o filho por perto e como seu sucessor. Mas tudo cai por terra quando ele revela a sua verdadeira natureza. Se ele já planejava matar Gray, por quê impediu Jack de fazê-lo? Se os escritores querem utilizar uma estratégia para surpreender o público, que a façam de uma maneira mais verossímil possível, pelo menos.

Para salvar o episódio tivemos ótimos momentos, como o momento em que Karen se demite devido às chantagens de Lennox, a confissão de Gray e o seqüestro de Morris, o que implicará numa participação melhor do personagem.

Read Full Post »

Episódio 316 – “My Husband, The Pig”
Esse post contém spoilers, evite se não viu o episódio da semana

A idéia de usarem Rex como narrador deste episódio que, se não me engano, foi originalmente ao ar na época do dia dos namorados foi muito boa. Mas o texto não. Resultado: a participação do finado marido, que poderia ser bem interessante, acabou se tornando embaraçosa.
Legal observar que Tom e Carlos, mesmo sem terem que contracenar com suas esposas, fazem um ótimo trabalho. Orson, agora sozinho no batente já que Marcia Cross foi ter os filhos, também rendeu bem. Quem se destacou negativamente essa semana foi, pra variar, o Austin. Não é surpresa de ninguém que o relacionamento dele com Julie foi extremamente forçado pelos roteiristas da série. Tomara que a viagem dele ocorra de fato e não precisemos mais nos importar com sua presença no seriado.

Em compensação, adorei a cena em que Susan vê a aliança que Mike iria lhe dar. Plausível, bem feita e interessante para os dois personagens. Uma pequena grande cena! O discurso que Eddie faz sobre sua posição como mãe foi outro ponto positivo do episódio.

Enquanto isso, esperemos pela quarta que vem, já que o capítulo dessa semana não foi digno de levar a alcunha da série.

Comentário da vez- É impressão minha, ou só eu percebi um erro nesse episódio? Lembram que o Rex morreu achando que a Bree era uma assassina, e ela ficou tão indignada que trocou o túmulo dele de lugar? Como é que poderia começar a narração do episódio com a lápide dele? Mais atenção, Marc Cherry!

Read Full Post »

Older Posts »