Uma das coisas que sempre gostei quando assistia um novo programa era ver a sua abertura. Desde a estréia de uma nova série ou o primeiro capítulo de uma novela, sempre fiquei curioso para ver como os produtores escolheram o melhor meio para explicar rapidamente sobre a sua série, expôr o clima dela, que assuntos ela vai abordar, em poucos segundos. Só que ultimamente esses segundos tem diminuido cada vez mais. Já repararam que dos programas que estão no ar, muitos tiveram a sua abertura reduzida? E os novos estão sendo criados com introduções rapidíssimas, na média de quatro segundos.
Mas qual é a razão disso tudo? Não tenho certeza, mas pode ser aquela vontade de não “perder tempo” do programa com a abertura. Sinceramente? Eu pouco me importo em perder 30 segundos da série para ver a abertura. Será que não podem reservar menos de um minuto da série para os créditos iniciais?
Vejamos Pushing Daisies, cuja introdução é um gramado onde nascem flores contornando o logotipo da série. Em Dirty Sexy Money, uma luz percorre o título do programa com uma paisagem urbana no fundo. Uma lua divide as palavras da série Moonlight. Gossip Girl é embalado pela narração da Kristen Bell. E isso não é de agora! Ano passado, o eclipse de Heroes fez bastante sucesso, assim como a Tv fora do ar em Jericho, juntamente com a simplérrima abertura de Brothers and Sisters (inclusive, a ABC é a maior assassina de aberturas, já que todos os programas que exibe possui introduções curtíssimas e os que tinham em maior duração, como Grey’s Anatomy e Desperate Housewives, foram alterados).
É claro que essas aberturas reduzidas funcionam em alguns casos e de repente é o melhor jeito de introduzir o espectador para a série (como o misterioso letreiro de Lost que surge de um fundo preto). Mas será que ninguém mais se empolga com carros vigiando cidades, como acontecia com Família Soprano?
E as diversas etapas das análises criminologistas de CSI?
Que tal as fotos da detetive mirim Veronica Mars? Nenhuma série se inspirou com a abertura da menina prodígio?
As tragédias e problemas juvenis de Malcolm também parecem não ter vez na TV atualmente…
Enfim, acho que expliquei o que queria dizer. Esse post acabou virando uma ode às aberturas passadas (embora eu tenha tirado algumas outras que ia citar aqui), mas o que queria deixar bem claro é esse minha raiva contra essa nova decisão que se alastra rapidamente…
Não concorda?
Olá! Eu me chamo Marco, sou o criador desse blog, tenho 19 anos e moro em Brasília. Estou cursando o 4º semestre de Publicidade e Propaganda no 










as vezes o simples se torna perfeito.. pega a abertura de Lost, não teria sentido se fosse algo mais elaborado.. apenas o título surgindo desfocado numa tela preta já traz todo o misterio da serie, eu ficaria muito ansioso se tivesse que esperar para que a série começasse…rs…
mas tem aberturas fantásticas e músicas que amrcam.. como a de Friends… adora tbm essa do Malcom.. fiquei até com saudade de ver a série de novo… ou ainda as maias clássicas como a de Anos incriveis, barrados no baile…enfim… tbm estou em pleno acordo contigo.. encurtar as aberturas é um saco, tem emissora que até corta ou cria a sua própria de forma tosca, como é o caso do SBT… enfim…rs…
campanha volta abertura de séries está lançadas..rs
abraços!!!
Já viu a abertura (quase não existente) do seriado “Men in Trees”? Não faz parte dos que vc assiste, mas depois dá uma olhada… só de curiosidade…
bjim
Adoro os começos das séries, e para mim, mostra que tipo de séries é! Adoro os começos de Veronica mars (todos menos este que tu pusest aqui, porque acho que estragaram a musica), One tree hill, the o.c, friday night lights, gossip girl (mesmo que seja pequeno, é optimo), grey’s anatomy (adoro a mostrarem a vida de uma pessoa normal, e a de um medico, esta muito engraçado), e acho que o principio é muito importante. Eu tenho pena de que algumas séries não tenham. Gostei muito deste post, e foi optimo recordar alguns começos que me marcaram
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As aberturas das séries sempre foram um dos aspectos que mais me chamou a atenção, e há genéricos que se transformaram mesmo em obras primas: o dos Oopranos, como mencionaste, mas também o do Six Feet Under (Sete Palmos de Terra), o do Twin Peaks, o do Dexter, o dos X-Files (Ficheiros Secretos) e tantos, tantos outros. Não acho muita piada a esta nova moda de cortarem os genéricos, mas felizmente ainda vão aparecendo boas surpresas de vez em quando, que aliam grandes músicas a óptimas ideias
Não conhecia seu blog e estou muito feliz por tê-lo encontrado na blogosfera. Não sou muito de comentar nos blogs que acompanho, mas senti a necessidade de comentar sobre este post. As aberturas das séries estão cada vez mais curtas devido a concorrência acirrada entre as emissoras americanas. Pode-se notar que a maioria das aberturas dos programas da TV a cabo americano (não todos os programas, mas sua maioria) sempre estão com uma abertura maior do que as das emissoras abertas. O motivo e não dar espaço ao telespectador para que o mesmo mude de canal na hora da abertura, pois esse perigo já ocorre durante os intervalos comerciais. Pode-se notar que o 1º bloco dos episódios é sempre maior que os outros, para despertar o interesse do telespectador a ponto de, no primeiro intervalo comercial, não sentir vontade de mudar de canal para não perder o resto do programa. E também é por este motivo que muitos programas estão diminuindo sua abertura.
Abraço a todos!