
Ontem estrearam duas novas séries na Sony, uma promissora que anda um pouco apagada na audiência, Eli Stone, e uma outra que recolheu elogios da crítica, Breaking Bad. Como as duas passarão a ser exibidas ás terças, os programas acabaram sendo rearranjados em outro horário: depois da meia-noite. Para mim, a Sony já começou errando a partir daí. Tá certo que That’s My Bush e Lil’ Bush são péssimas (em vez de mudar de horário, elas deveriam ter saído do canal), mas The Daily Show e Sarah Silverman Program são ótimas! Elas não mereciam ser empurradas assim. Isso as prejudica ainda mais, pois tanto essas duas séries, quanto as novatas, acabaram perdendo o seu horário de reprise na madrugada. Acho que o mais adequado teria sido extinguir os seriados sobre o Bush, exibindo Breaking Bad no lugar, mantendo os programas da Sarah Silverman e do Jon Stewart nos seus horários já marcados. Quanto a Eli Stone, eu teria trocado pela enfadonha The Best Years de quinta-feira, que já está reprisando há tempos. Embora os horários não tenham sido os melhores, pelo menos os programas são bons o suficiente para relevar esse erro da emissora.
Eli Stone é uma dramédia sobre um advogado, interpretado por Johnny Lee Miller (de Smith), que sofre de alucinações. Depois de assistir o piloto, a impressão que fica é de que a série é muito simpática. É aquele tipo de programa que se você achar enquanto muda de canal, você pára e assiste. As atuações também são boas. Lee Miller é um ator carismático e não deixa a série se arrastar, e a presença de bons atores como Matt Letscher (de Good Morning Miami) e Loretta Devine (a Shaniqua Johnson de Crash - No Limite) também trazem boas expectativas quanto ao futuro da série. Atualmente, a série corre o perigo de ser cancelada pela ABC, emissora americana que a transmite nos EUA, mas o programa tem boas chances de ser renovado para uma segunda temporada. E se os episódios futuros forem iguais a esse, torcemos os dedos para Eli!
Breaking Bad foi a outra estréia do dia. A primeira vez que ouvi sobre a série foi no PopCandy, blog da Júlia, e a reação dela, não havia sido a das melhores. Logo, fui assistir a série sem muitas expectativas. No fim das contas, acabei tendo a mesma opinião que a dela: o seriado erra justamente na sua dramaticidade em excesso. Eu sei que não dá para fugir da dramaticidade quando a premissa da série é sobre um homem infeliz que está na crise da meia idade e descobre ter câncer de pulmão e apenas dois anos de vida. Porém, o clima da série é tão pesado que assistir ao programa não é nem um pouco atrativo para o espectador. Aliás, não consigo pensar em outro programa atualmente que seja no estilo “deprimido” de Breaking Bad. Esse talvez possa ser o seu diferencial, mas será bem difícil lidar com esse clima, já que a chance de o público abandonar a série é grande com o passar do tempo. Os roteiristas terão que ter muito talento para não deixar essa tristeza que ronda a série (distante da proposta da Sony, diga-se de passagem) tornar-se grande o suficiente a ponto de não animar o espectador para assistir ao próximo episódio. Com certeza, parte dos seus pontos positivos se deve ao Bryan Cranston, que vive o protagonista. O ator que brilhava na pele do pai de Malcom não peca na sua composição. Aliás, é incrível como um ator que arrasava no humor pastelão, pode também arrasar em um drama intimista como esse. O que só prova a versatilidade de Cranston. Breaking Bad é exibido pelo canal a cabo AMC, que só ficou conhecido após Mad Men, e finaliza a sua primeira temporada em apenas 7 episódios.
Olá! Eu me chamo Marco, sou o criador desse blog, tenho 19 anos e moro em Brasília. Estou cursando o 4º semestre de Publicidade e Propaganda no 








Cara perdi o Mad Men que passava no mesmo horário na HBO, que pena, e nem peguei a reprise… o Eli stone é mutio maneira… mas, sinto que não vai ser tão boa assim nos próximos…. tomara qeu esteja enganado, pois o piloto foi muito bom
abraços!!!
Terminei ontem de ver a temporada de Breaking Bad. Gostei muito, mas não se assustem com os próximos episódios. A trama não avança muito, só nos últimos dois ou três. Mas é um drama de qualidade, até meio deprê em certas partes.
Ja ouvi falar muito de Eli stone, mas ainda n vi. Mas pelo que tenho lido estou com espectativas! Obrigado pelo comentario no mundo de séries, e pode ter garantido que eu vou passar a vir aqui muitas mais vezes
Eu assisti até o quarto episódio, e, BREAKING BAD engana, os outros episódio não serão igual ao piloto, a série vai acabar ficando extremamente monótona e dark.
Mas, assista veja por você mesmo, pelo Cranston vale apena…